<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112</id><updated>2011-08-01T12:54:29.214-07:00</updated><category term='Best Practice'/><category term='Essbase'/><category term='Desempenho'/><category term='ETL'/><category term='DW'/><category term='Index'/><category term='BI'/><category term='SAP BW'/><category term='Estratégia'/><category term='Informação'/><category term='OBIEE'/><category term='Gestão'/><category term='Oportunidades'/><title type='text'>Business Intelligence na prática ...</title><subtitle type='html'>... porque informação é tudo!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-8496235927302746411</id><published>2011-07-13T19:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T20:10:39.877-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oportunidades'/><title type='text'>Oportunidades na Área</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para quem está em busca de novos desafios ou mesmo em constante renovação na área de BI, divulgamos abaixo a seguinte oportunidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande Empresa no segmento de Óleo &amp;amp; Gás busca no mercado: Analista de BI Sênior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pré-requisitos:&lt;br /&gt;- Graduação em Computação, Engenharia, Administração e áreas afins;&lt;br /&gt;- Inglês Intermediário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência em:&lt;br /&gt;- Modelagem banco de dados relacional – MS–SQL Server , processos de ETL (MS-SSIS);&lt;br /&gt;- Elaboração de Transact-SQL (Views e Stored Procedures);&lt;br /&gt;- Oracle Hyperion: Essbase, Planning, Excel Addin, Web Analysis;&lt;br /&gt;- Arquitetura de ambiente BI, modelagem de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades Principais:&lt;br /&gt;- Desenvolvimento de sistemas de informação gerencial – Business Intelligence utilizando ferramentas Oracle Hyperion.&lt;br /&gt;- Análise de requisitos do negócio, especificação do negócio, especificação técnica, modelagem relacional e multidimensional.&lt;br /&gt;- Análise de informações para apoiar áreas do negócio.&lt;br /&gt;- Documentação técnica e do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejável:&lt;br /&gt;- Experiência em BI (entre 1,5 ano a 2 anos)&lt;br /&gt;- Qlikview;&lt;br /&gt;- Excel Macro e VBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local de trabalho: Centro/Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que estiverem insteressados nesta oportunidade, por favor, enviem CV para: &lt;a href="mailto:bi.vagas@gmail.com" title="Vagas BI"&gt;bi.vagas@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-8496235927302746411?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/8496235927302746411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=8496235927302746411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8496235927302746411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8496235927302746411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2011/07/oportunidades-na-area.html' title='Oportunidades na Área'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-8384429215002523877</id><published>2011-01-25T06:10:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T19:43:38.410-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Best Practice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Index'/><title type='text'>(T) Como indexar uma tabela Fato - (Best Practice)</title><content type='html'>A base de qualquer projeto de bi é ter um bom dw/data mart. Podemos falar em modelagem star-schema durante dias, sem falar nas variações do snowflake, mas o objetivo principal deste artigo é apontar algumas negligências que tenho percebido no tratamento da tabela fato. Tabela esta que é o principal pilar da casa que reside um modelo star-schema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço muitas vezes os clientes reclamando do desempenho das consultas enviadas contra o seu dw/data mart, ou do tempo de resposta das análises solicitadas ao bi. Isto é realmente inaceitável, não só numa perspectiva de implantação do projeto, mas também de desempenho da entrega das informações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu mencionei anteriormente o meu objetivo neste artigo, é alertar sobre a importância da indexação da tabela fato: o que deveria ser, porque é necessário, porque chaves compostas são boas e más, e porque você deveria se preocupar com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;|a|&lt;/span&gt; Indexação padrão (default):&lt;br /&gt;De forma rápida, todas as colunas de chave estrangeira (FK) devem ter um índice não-agrupado e não-exclusivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;|b|&lt;/span&gt; E o que isso significa?&lt;br /&gt;Isso significa que uma referência de chave estrangeira (FK) em uma coluna de uma tabela contendo a referência de chave primária (PK) apenas fornece ao mecanismo de banco de dados um ponto de referência para a sua tabela dimensão. Ele não faz nada para saber como os dados na tabela fato é organizada. Então, depois de criar uma chave estrangeira (FK) não se esqueça de criar o índice não-agrupado e não-exclusivo também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;|c|&lt;/span&gt; Por que a indexação da tabela fato é necessária?&lt;br /&gt;Eu irei abordar este assunto aqui de forma sucinta. Mas, antes é preciso lembrar que você também é capaz de aplicar à FK, constraints. E que esta é uma das principais razões para se utilizar uma FK. Uma constraint basicamente diz ao banco de dados que um valor passado para a coluna FK da tabela fato, deve existir na própria tabela. Isto pode naturalmente ser desligado definindo o atributo apropriado da FK da tabela fato, mas é melhor deixar ativo. É bom ressaltar que até este ponto, isto nada tem a ver com o desempenho, e sim com a integridade dos dados que é realmente muito importante em um dw/data mart. No entanto, quando você começa a combinar indexação de cada coluna FK da tabela fato, na verdade você está iniciando um link entre a camada lógica e o mecanismo de sorting do banco de dados. Ao fazer isso, estamos evitando que uma consulta enviada ao banco de dados, faça uma varredura completa da tabela para recuperar a informação solicitada sem um índice apropriado. Ao passo que, se a tabela está indexada, essa mesma consulta ao invés de fazer uma varredura completa da tabela fato para recuperar &lt;span style="font-style:italic;"&gt;n&lt;/span&gt; linhas, agora possui um outro caminho para buscar estas mesmas informações de forma mais rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;|d|&lt;/span&gt; Os índices compostos são bons ou ruins?&lt;br /&gt;Quando eu comecei a aprender sobre indexação de uma tabela eu ainda era um programador em Visual Basic. Naquela época, eu sabia o que cada consulta ia enviar/solicitar ao banco de dados. Por exemplo, se tivesse que construir um relatório de vendas por produto, sabia que a cláusula 'WHERE' do meu 'SELECT' para exibir o resultado da solicitação era bastante simples e sempre estava filtrada em 'category_id' e algumas outras colunas. Para otimizar o tempo de resposta desta consulta, criaria um índice composto sobre as colunas que fazem parte da pesquisa/critérios da consulta. Isso funciona muito bem para um sistema operacional como este descrito acima, mas não é uma boa prática para um sistema business intelligence (BI). Uma das principais demandas de um projeto BI são os relatórios "ad-hoc", o que significa que os usuários finais irão criar uma infinidade de consultas, cortar e fatiar os dados (slice and dice) independentemente da forma como os dados se apresentam, tudo para obter a melhor resposta a sua análise. Além da dificuldade de definir com antecedência como será o índice composto, acrescento a possibilidade da sua tabela fato sofrer um 'overhead'. A maior dificuldade, estaria mesmo, em estabelecer o número de combinações e a quantidade de índices compostos que você teria para dar conta ou tentar usar em sua tabela fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma podemos observar que, naturalmente, o melhor lugar para se aplicar índices compostos é em um sistema OLTP. Eu não vou entrar aqui em maiores detalhes, mas processos de ETL de um sistema BI para a tabela fato pode ter uma baixa performance durante uma extração/carga devido aos índices compostos.&lt;br /&gt;Em última análise, os índices compostos em tabela fato são ruins para os sistemas BI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;|e|&lt;/span&gt; Por que você deve se importar?&lt;br /&gt;Em primeiro lugar você deve estar ciente de que existem diferentes aplicações com lógica de sistemas diferentes. E com BI isso não é diferente, ou seja, devemos sempre entender que o que funciona em uma situação pode não funcionar em outra.&lt;br /&gt;Segundo, se você está criando uma nova solução para a sua empresa/cliente, você vai querer dar a melhor solução possível. Um dos itens mais negligenciados pelos arquitetos de solução (a menos que você tenha sido um DBA em sua vida passada) é a indexação, após descobrirem que o desempenho não é o que eles acreditam que deveria ser. A boa notícia é que sempre há espaço para a melhoria destas estruturas existentes. Para isso, dê uma olhada em sua saída de dados - será que é possível converter índices compostos em índices da coluna FK? Eu vejo isso todo o tempo, a tabela possui um índice composto por 'product_id', 'territory_id' e 'date_id'. E, quando é realizado uma análise mais aprofundada percebe-se que não há um índice somente para a coluna 'date_id', por exemplo. Também não podemos esquecer que existem no mercado hoje diversos tipos de motores OLAP. Se você estiver usando um motor OLAP como o do Oracle Essbase, e dependendo do desenho da sua solução (BSO), esta preocupação em indexar a tabela fato para obter o máximo de desempenho no acesso e na entrega das informações solicitadas deixa de existir e então todos os seus esforços passam a estar voltados para o tamanho do bloco de armazenamento, as agregações, e o cache da aplicação. No entanto, em um OLAP como o Oracle BI (OBIEE) ou SAP BW ou ainda MicroStrategy, a estrutura relacional é parte fundamental da solução, uma vez que esses sistemas funcionam como uma re-edição da consulta SQL enviada ao banco de dados para uma recuperação de dados do tipo OLAP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu estava esperando para obter um exemplo através de um plano de execução realizado em cima de uma tabela para mostrar visualmente as estatísticas, mas isso não será possível e eu posso publicar isto em um outro artigo em uma outra data. Eu sei que com o que foi apresentado hoje neste artigo, muitas discussões podem surgir e no entanto, este é apenas um exercício para a frente que você pode fazer sozinho, se necessário. Mais uma vez, a idéia por trás deste artigo era apenas compartilhar uma preocupação minha com algo que continuo a deparar (nas empresas, nos projetos e clientes) e que é facilmente solucionado com algum esforço inicial e compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta lembrar que você precisa tanto de integridade nos dados (FK) quanto de desempenho nas consultas (índices). E para obter sucesso com o dw/data mart você  precisa manter este equilíbrio e neste jogo você é a peça fundamental para fazer isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sua opinião é diferente, eu gostaria de saber o que você tem a dizer, me envie a sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-8384429215002523877?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/8384429215002523877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=8384429215002523877' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8384429215002523877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8384429215002523877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2011/01/t-como-indexar-uma-tabela-fato-best.html' title='(T) Como indexar uma tabela Fato - (Best Practice)'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2630625175434305605</id><published>2010-10-17T15:23:00.000-07:00</published><updated>2011-01-25T17:55:12.011-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desempenho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estratégia'/><title type='text'>(E) Como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações</title><content type='html'>De vez em quando sou questionado por profissionais e alunos: como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sempre me encontro em uma situação delicada para responder a este questionamento, porque é um assunto complexo, não dá para ser resumido em uma única linha. A sua complexidade é devido ao fato que atualmente a tecnologia aplicada com sucesso, pode ser vista por muitos como inovação. Mas nem sempre a tecnologia é garantia de sucesso para muitas organizações. É preciso ir além, é preciso integrar processos, pessoas, e principalmente entregar informação na hora certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação já é considerada o principal insumo e, em muitos casos, o principal produto das organizações. Quando bem gerenciada, ela se transforma em recurso estratégico: é fator de crescimento de lucros, de redução de custos operacionais, de otimização do processo decisório, de solução de problemas e de eliminação de barreiras de comunicação, entre outros benefícios trazidos para o desempenho organizacional. Com o aumento da complexidade e do dinamismo das organizações, estas passaram a depender de mecanismos mais eficazes de administração da informação, a fim de reduzir o quadro de incerteza em que suas decisões são tomadas e de melhorar o relacionamento com parceiros, clientes, fornecedores e agentes reguladores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerenciar adequademente os recursos informacionais e seus fluxos na organização representa, hoje, uma necessidade cada vez maior em qualquer tipo de negócio. Para serem eficazes, as organizações precisam ter seus processos decisórios e operacionais alimentados com informações de qualidade, obtidas dentro de uma boa relação de custo-benefício e principalmente, conforme as necessidades do negócio. A simples ação de tornar as informações prontamente disponíveis para os vários colaboradores da empresa, pode melhorar de forma significativa os resultados por ela a serem obtidas. Algumas dezenas de vezes por dia, colaboradores dos mais diversos níveis hierárquicos, dentro da organização precisam resolver problemas, tomar decisões, controlar processos, compartilhar informações e relacionar-se com outras pessoas, e em todas essas situações o desempenho pode ser aperfeiçoado caso as informações apropriadas estejam presentes no momento oportuno. Compreender as formas pelas quais se pode otimizar o uso dos recursos informacionais e de TI representa, hoje, um aspecto fundamental para a melhoria do desempenho de qualquer organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, resolvi aproveitar este canal de comunicação para compartilhar com todos vocês, conceitos e ideias para melhorar a gestão da informação nas organizações, desta forma, ajudar na transformação da informação e da tecnologia da informação de mero recurso operacional em ativo estratégico para o negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei divulgando, em primeira mão, nas próximas semanas, uma série de publicações, que fazem parte do meu próximo livro (ainda sem título), sobre business intelligence e gestão da informação. Acompanhe aqui, o que eu denominei de: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Série Gestão Estratégica da Informação&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2630625175434305605?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2630625175434305605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2630625175434305605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2630625175434305605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2630625175434305605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/10/como-transformar-informacao-e.html' title='(E) Como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-6872009443790153767</id><published>2010-08-02T13:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T13:10:20.654-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BI'/><title type='text'>BI e o software de código aberto</title><content type='html'>O impacto da crise financeira tem obrigado muitas empresas a cortar custos, ao mesmo tempo que a concorrência aumenta. É neste contexto, que o analista do Gartner  Group recentemente informou que o interesse em alternativas &lt;em&gt;open source&lt;/em&gt; para soluções de business intelligence (bi), em relação às ferramentas comerciais, tem sido crescente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um relatório divulgado há algumas semanas, "&lt;strong&gt;Open-Source Business Intelligence Tools Production Deployments Will Grow Five-Fold through 2012&lt;/strong&gt;", o analista afirmou que, embora nas alternativas de código aberto, ainda faltam algumas funcionalidades importantes que podem ser encontradas nas aplicações comerciais, o interesse no menor custo é crescente, ferramentas de código aberto a partir de empresas como JasperSoft, Pentaho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Gartner, o custo médio de um projeto de BI usando solução open-source é de cerca de US$ 30.000,00 (R$ 60.000,00) por ano aproximadamente, mas alguns acabam ultrapassando os US$ 500.000, valores este que acabam sendo similar ao gasto de um projeto de BI usando uma solução comercial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista ainda acrescentou que enquanto as empresas de software comercial tradicionais, rejeitam a idéia de que seus modelos de negócio poderiam estar sob a ameaça de aplicações de código aberto, outras estão respondendo à esta possível ameaça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enquanto algumas empresas parecem estar aproveitando o potencial do código aberto para ajudá-los a cortar custos e evitar a cobrança punitiva de alguns fornecedores de software comercial, outros têm rejeitado a idéia de utilizar software open-source como um risco para a sua infra-estrutura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você o que acha sobre tudo isso. Afinal o software de código aberto é um risco? As empresas deveriam adotar o software de código aberto em operações de missão crítica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe, mande a sua opinião, até a próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-6872009443790153767?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/6872009443790153767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=6872009443790153767' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6872009443790153767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6872009443790153767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/08/bi-e-o-software-de-codigo-aberto.html' title='BI e o software de código aberto'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-897587909558414956</id><published>2010-06-20T07:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-20T09:09:20.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><title type='text'>(T) Indexação no Data Warehouse - Parte 2</title><content type='html'>&lt;b&gt;Consideração sobre o predicado&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Digamos  que um data mart processasse continuamente consultas usando as colunas PURCHASE_DATE e CUST_NUM como parte do predicado. Essas duas colunas devem ser consideradas para índices. As colunas apresentadas como parte dos resultados da consulta, mas não utilizadas como parte de um predicado, não são boas candidatas para índice. Em outras palavras, a coluna em itálico na listagem a seguir pode não ser conveniente para um índice, enquanto a que parece em negrito pode ser uma candidata ideal:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;select  sum(aggr_day), region, ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;from day_summary, region&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;where &lt;b&gt;trans_date&lt;/b&gt; between '01-jan-2002' and '31-jan-2002' ...;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Isso nos leva à segunda diretriz de indexação importante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;DICA&lt;/span&gt;: &lt;i&gt;As colunas que normalmente fazem parte de critérios de seleção de consulta são candidatas para índices&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Naturalmente, como essa é uma regra (na verdade, uma diretriz), existem exceções. As colunas continuamente mencionadas em um predicado, mas nas quais uma função ou operação é efetuada, não são candidatas para índices. Se uma função deve ser executada em uma coluna, o índice da coluna não é usado. Chamamos isso de &lt;i&gt;supressão de índice&lt;/i&gt;. A listagem a seguir mostra dois exemplos de como a coluna TRANS_DATE, da listagem anterior, pode ser usada, mas que não garante um índice:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;select  sum(aggr_day), region, ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;from day_summary, region&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;where to_char(trans_date, 'Dy') in ('Mon', 'Tue') ...;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;select sum(aggr_day), region, ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;from day_summary, region&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;where months_between (trans_date, sysdate) &gt; 6 ...;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Existe mais uma diretriz que trata com colunas mencionadas em predicados, com e sem função. Suponha que tenhamos um exemplo de quando a coluna TRANS_DATE de DAY_SUMMARY é usada na instrução SQL:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;select ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;from day_summary ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;  &lt;/span&gt;where to_char (trans_date) ...;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Assim como na instrução SQL:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;select ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;from day_summary ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;  &lt;/span&gt;where trans_date between ...;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;DICA: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Uma coluna que é usada em um predicado - com e sem função executada nela - ainda pode ser candidata para um índice. Analise o número de instruções SQL que estão usando uma função e implemente um índice, caso ele otimize as instruções sem uma função.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;b&gt;Exclusividade do data warehouse&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;De certa forma, verificamos aqui que a indexação de um data warehouse ou mesmo um data mart é um ponto importante a ser observado e tratado pelos arquitetos de solução juntamente com os administradores de banco de dados e que não pode ser colocado em segundo plano. Uma ocorrência comum encontrada no projeto de sistemas operacionais/transacionais é que o banco de dados usado durante o desenvolvimento é muito diferente de seu equivalente de produção. Por exemplo, ele poderia conter apenas um pequeno subconjunto dos dados de produção ou as tabelas usadas seriam uma fração de seu tamanho de produção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em algumas empresa é possível encontrar tabelas muito grandes, com 30 ou 40 milhões de linhas na produção e um subconjunto de 30 ou 40 mil linhas no desenvolvimento. No ambiente de data warehouse ou data mart, devem existir dados de desenvolvimento suficientes para que decisões de indexação bem pensadas possam ser tomadas em relação a volumes de dados realistas. Sob essas condições, torna-se mais fácil avaliar a eficiência dos índices e realizar testes para ajustar os índices adicionais que poderiam ajudar no desempenho das consultas a serem realizadas. As tabelas podem ser analisadas e cálculos sobre a seletividade podem ser feitos, para decidir quais são as colunas apropriadas para indexação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;DICA: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As colunas indexadas nos sistemas operacionais/transacionais  não são necessariamente boas candidatas à indexação no data warehouse&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-897587909558414956?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/897587909558414956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=897587909558414956' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/897587909558414956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/897587909558414956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/06/t-indexacao-no-data-warehouse-parte-2.html' title='(T) Indexação no Data Warehouse - Parte 2'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-3504994784314606753</id><published>2010-06-07T18:19:00.000-07:00</published><updated>2010-06-07T19:14:44.784-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><title type='text'>(T) Indexação no Data Warehouse - Parte 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;Um índice é, na maior parte dos casos, uma estrutura separada dos dados da tabela a que ele se refere. Ele armazena a localização de linhas no banco de dados, baseado nos valores de coluna especificados quando o índice é criado. Os índices são como minicópias dos dados da tabela a que se referem. Vamos supor que uma consulta fosse restrita a LAST_NAME e procurasse nomes  que começassem com o texto "SM". Sem um índice em LAST_NAME, o banco de dados leria da primeira linha até a última, procurando as linhas com o string de pesquisa desejado. Com um índice, o banco de dados percorreria, obteria um endereço da linha qualificada e, em seguida, apresentaria os dados da linha qualificada, para o processo  que fez a consulta. Em resumo, é para isso que servem os índices.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;As pequisas de índice são o segredo da otimização do tempo de resposta da maior parte das consultas e são usados sistematicamente em um data warehouse para melhorar seu desempenho de saída.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;Um desempenho de saída melhorado contribui para as quatro palavras tão importantes para o sucesso de um projeto de data warehouse - &lt;i&gt;maior satisfação do cliente. &lt;/i&gt;No entanto, para se atingir este estágio se faz necessário decidir onde colocar os índices. De muitas maneiras, essa é uma faca de dois gumes: índices demais levam a uma sobrecarga maior do sistema, mas índices de menos podem facilmente diminuir a velocidade de recuperação dos dados no momento da consulta. Então...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;b&gt;Quais colunas indexar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Existem duas regras ou diretrizes principais com relação a quais colunas indexar no banco de dados: seletividade e critérios de seleção. &lt;i&gt;Seletividade,&lt;/i&gt; é uma medida do número de valores distintos na coluna de uma tabela, comparado ao número de linhas da tabela inteira. O &lt;i&gt;predicado&lt;/i&gt; de uma instrução SQL é aquela parte onde os critérios de seleção são especificados. Esses &lt;i&gt;critérios de seleção&lt;/i&gt; especificam quais linhas de informação devem ser incluídas no conjunto de resultados da consulta. O primeiro critério com a palavra-chave WHERE; todos os critérios subseqüentes começam com a palavra-chave AND. O &lt;i&gt;conjunto de resultados&lt;/i&gt; é um conjunto de uma ou mais linhas que se qualificam para inclusão em uma consulta específica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;b&gt;Consideração sobre a seletividade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;Vamos supor que existissem 79.000 linhas em uma tabela, em um data mart financeiro, e que a coluna ACC_TYPE tivesse 8 valores distintos. A seletividade de qualquer linha em uma tabela é calculada de acordo com a seguinte fórmula:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;seletividade = (linhas na tabela / valores distintos) * ( 1 / linhas na tabela)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;Isso é o mesmo que dizer que a seletividade é o inverso do valor encontrado em NUM_DISTINCT para essa coluna. Em nosso exemplo, a seletividade é igual ao inverso de 8, o que dá 0,125, ou 12,5, expresso como uma porcentagem. Isso leva à primeira das três diretrizes de indexação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;Quando é encontrado um valor de coluna menor do que 5% de todas as linhas em uma tabela, essa coluna é uma boa candidata para um índice.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Espero que esta primeira parte deste importante tópico, tenha sido útil para todos vocês. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;Na próxima semana falarei da outra diretriz de indexação: &lt;i&gt;consideração sobre o predicado&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Um grande abraço a todos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-3504994784314606753?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/3504994784314606753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=3504994784314606753' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/3504994784314606753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/3504994784314606753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/06/t-indexacao-no-data-warehouse-parte-1.html' title='(T) Indexação no Data Warehouse - Parte 1'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2884340776270612079</id><published>2010-04-25T10:35:00.001-07:00</published><updated>2010-04-25T14:11:12.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Essbase'/><title type='text'>(T) Oracle Essbase Studio 11 – Parte 1</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Essbase Studio 11 é a novidade da Oracle. Esta versão fornece aos usuários uma interface gráfica para desenvolver, implantar e manter cubos Essbase (OLAP) com base em uma ou mais fontes de dados. Antes do Oracle Essbase Studio 11 ser lançado, para se conseguir isso, era necessário uma combinação das seguintes ferramentas: Essbase Integration Services (EIS) e do Essbase Administration Services (EAS). Agora só o Essbase Studio basta para se construir um modelo multidimensional a partir de fontes de dados que variam a partir de tabelas de banco de dados relacional, exibições e arquivos simples para OBIEE e dimensões EPMA. Além disso, o Essbase Studio faz uso de várias interfaces 'wizard-driven', buscando tornar as operações mais fáceis para os usuários finais, desta forma a Oracle busca aumentar a adoção da ferramenta.&lt;br /&gt;Os profissionais envolvidos com o desenvolvimento de soluções Business Intelligence e EPM deverão prestar especial atenção ao aparecimento do Essbase Studio, como a integração de cubos Essbase com as ferramentas do OBIEE.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No entanto, os exemplos que são incluídos com a aplicação são limitados e não tem muito a ver com o mundo real. Além disso, os exemplos disponíveis são pré-construídos e sem qualquer denotação. Estão disponíveis na aplicação sob a forma de construtores (step-by-step) de um modelo no Essbase Studio.&lt;br /&gt;Estarei a partir de hoje, postando neste blog, vários artigos (na forma de um mini-tutorial), no intuito de esclarecer e demonstrar algumas das principais funcionalidades desta nesta nova versão que na minha opinião promete ser uma das melhores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;Essbase Studio - Criar uma fonte de dados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma fonte de dados pode ser um arquivo texto (.txt), um arquivo CSV (.csv), OBIEE, DRM, ou um banco de dados relacional. Neste nosso exemplo, vamos utilizar o demo que se encontra no banco de dados Oracle 'Regime AdvWorks' para construir uma fonte de dados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;Iniciando o Essbase Studio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antes de iniciar o Essbase Studio, certifique-se que todos os serviços necessários estão iniciados. A maneira mais fácil de iniciar o Studio é a partir de um atalho (se disponível) na sua área de trabalho. No entanto, você pode usar a estrutura do programa pelo 'Iniciar &gt;&gt; Todos os Programas &gt;&gt; Oracle EPM System &gt;&gt; Essbase &gt;&gt; Essbase Studio &gt;&gt; Essbase Studio Console'. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois do Studio ser iniciado, todos os elementos de 'designer' são visíveis através do 'layout' de navegação da aplicação. Para este primeiro artigo especificamente, vamos nos concentrar na criação de uma fonte de dados. Irei expor os outros elementos do aplicativo nos próximos artigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;HOW-TO: Criar fonte de dados (MiniSchema Start)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1- Selecione o item 'Data Source' a partir do menu 'File &gt;&gt; New'.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SKEFVX7tI/AAAAAAAAABo/-HJrOmzePAo/s1600/EssbStudio1.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464144050663190226" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SKEFVX7tI/AAAAAAAAABo/-HJrOmzePAo/s320/EssbStudio1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; 2- Na tela 'Connection Wizard' complete os campos com as seguintes informações:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; Connection Name = AdventureWorks &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; Data Source Type = Oracle &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; Server Name = localhost, ou o nome do servidor onde está o seu BD (Ex.: o nome da minha máquina é "binapratica")&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; User Name = AdvWorks &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; Password = Oracle1 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; SID = XE (ou, configure o TNSNAMES, que se conecta ao seu BD)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SL-dUMzDI/AAAAAAAAABw/pFYHQHdysbM/s1600/EssbStudio2.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 298px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464146153044757554" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SL-dUMzDI/AAAAAAAAABw/pFYHQHdysbM/s320/EssbStudio2.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3- Teste a conexão e tenha a certeza de que está funcionando corretamente. Se por alguma razão o teste falhar, verifique se o 'username' e a 'password' foram digitadas corretamente. Se o problema estiver com o usuário 'AdvWorks', você pode criar um novo usuário com privilégios de leitura e usar este novo usuário aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4- Clique &lt;strong&gt;Next&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5- Em '&lt;strong&gt;Select Tables&lt;/strong&gt;', selecione todos os objetos que deseja importar &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;exceto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; : DimEmployee, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DimReseller e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DimSalesReason.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SMnFfhHRI/AAAAAAAAAB4/5nmEQaV90F4/s1600/EssbStudio3.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464146851024411922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SMnFfhHRI/AAAAAAAAAB4/5nmEQaV90F4/s320/EssbStudio3.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6- Clique &lt;strong&gt;Next.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;7- Em '&lt;strong&gt;Select minischema'&lt;/strong&gt; escolha '&lt;strong&gt;Create a new schema diagram&lt;/strong&gt;'. O nome padrão aparece no campo, então não precisa alterá-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;8- Desmarque a opção '&lt;strong&gt;Use Introspection to Detect Hierarchies&lt;/strong&gt;'.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; Esta opção ativa uma operação 'default wizard' para transformar todos os elementos de uma dimensão em hierarquias.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;9- Clique &lt;strong&gt;Next.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;10- Em 'Populate Minischema' certifique-se que todas as tabelas que estão em 'Available' (lado esquerdo) foram passados para 'Tables in Schema' (lado direito). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SNMa6SlRI/AAAAAAAAACA/P6Cko8_a5Eo/s1600/EssbStudio4.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464147492429010194" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SNMa6SlRI/AAAAAAAAACA/P6Cko8_a5Eo/s320/EssbStudio4.png" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;11- Clique &lt;strong&gt;Finish&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;12- Clique &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt; em 'Data Source created successfully'.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste primeiro artigo aprendemos a iniciar o Essbase Studio e a criar uma fonte de dados. Além disso, criamos um mini-esquema com base na fonte de dados. Podemos observar neste artigo que esta nova versão 'Essbase Studio' é impulsionada por wizards (assistentes). Mostrei também que o 'assistente de conexão' nos possibilita ter controle sobre a forma como os elementos de modelagem serão construídos. Propusemo-nos a criar uma fonte de dados, e na segunda etapa do 'Assistente para conexão', depois de selecionar as tabelas, poderíamos ter simplesmente clicado no botão 'Finish' para concluir a criação da fonte de dados. Em vez disso, fomos para o passo 'Select Minischema' que poderia ter sido completamente omitido ou iniciado a partir de outro assistente no Studio em um momento posterior. Temos agora uma fonte de dados e um mini-esquema para trabalhar, mas isto fica para o próximo artigo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abraço a todos!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2884340776270612079?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2884340776270612079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2884340776270612079' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2884340776270612079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2884340776270612079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/04/t-oracle-essbase-studio-11-parte-1.html' title='(T) Oracle Essbase Studio 11 – Parte 1'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9SKEFVX7tI/AAAAAAAAABo/-HJrOmzePAo/s72-c/EssbStudio1.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-6410072507005621823</id><published>2010-04-25T08:08:00.001-07:00</published><updated>2010-04-25T13:27:23.442-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAP BW'/><title type='text'>(O) Populando um BW Data Warehouse</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Existem algumas diferenças entre usar o PowerCenter para carregar dados para dentro do BW versus usar o PowerCenter para carregar dados para dentro de um DW construído sobre um SGBD. Estas diferenças incluem:&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Formas de comunicação-&amp;gt; &lt;/strong&gt;BW deve requisitar dados de um sistema fonte antes do sistema fonte poder enviar dados para o BW. Para o BW obter os dados do PowerCenter, o PowerCenter deve primeiro ser registrado com o BW usando o protocolo SAP RFC (Remote Function Call). Além disso, o PowerCenter usa o SAP BW Service para se registrar com o BW. Na verdade você configura o SAP BW Service no PowerCenter Administration Console.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A interface nativa para carga de dados para o BW é BAPIs-&amp;gt;&lt;/strong&gt; esta é uma aplicação API publicada e suportada pelo SAP.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Integration Service usa o BAPIs para realizar verificação de metadados e carga de dados para dentro do BW.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Os programas de comunicação com o BW usa o arquivo padrão do SAP saprfc.ini para se comunicar com o BW-&amp;gt; &lt;/strong&gt;este arquivo é similar ao 'tnsnames' no Oracle. Ele contém o tipo de conexão e os parâmetros específicos requeridos para se conectar ao BW. Dois tipos de entrada são requeridos para o PowerCenter. O SAP BW Service usa um tipo de entrada 'R' no arquivo saprfc.ini para se registrar como um servidor RFC com o BW e receber solicitações para executar workflows. O Designer usa um tipo de entrada 'A' no arquivo saprfc.ini. Como um cliente RFC, o Designer importa os metadados do BW para as estruturas de transferência target.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;BW requer que você defina os metadados complementares no BW Administrator Workbench-&amp;gt; &lt;/strong&gt;criar e ativar componentes no BW. Sistemas externos, como o PowerCenter não pode criar estruturas no BW. Deste modo, a função de gerar e executar no Designer não se aplica aos targets BW. Logo, para carregar dados para dentro de um target BW, você precisa importar os 'target definition' para dentro do Designer. O mapping do PowerCenter usa este target para representar uma estrutura de transferência quando carregar os dados para dentro do BW.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Controlar todos os agendamentos-&amp;gt; &lt;/strong&gt;quando você configura uma session no PowerCenter para carregar dados para dentro do BW, o agendamento de execução do workflow é 'on demand'. Você pode controlar os agendamentos criando um InfoPackage no BW que faça referência a esta session no PowerCenter. O BW então chama o workflow no PowerCenter quando o InfoPackage é agendado para ser executado no BW.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O PowerCenter só pode ser usado para inserir dados no BW-&amp;gt;&lt;/strong&gt; você não pode fazer 'update' ou 'delete' de dados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Passos para carregar dados para dentro do BW&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;1.&lt;strong&gt;Criar os componentes BW-&amp;gt;&lt;/strong&gt; criar e ativar um InfoSource no BW.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;2.&lt;strong&gt;Criar mappings-&amp;gt;&lt;/strong&gt;importar o InfoSource para dentro do repositório PowerCenter e construir um mapping usando o InfoSource como um target.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;3.&lt;strong&gt;Carregar dados-&amp;gt;&lt;/strong&gt;criar uma session no processo de workflow do PowerCenter e um InfoPackage no BW e depois encadear todo este processo no BW.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-6410072507005621823?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/6410072507005621823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=6410072507005621823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6410072507005621823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6410072507005621823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/04/o-populando-um-bw-data-warehouse.html' title='(O) Populando um BW Data Warehouse'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-1847647830997059851</id><published>2010-04-25T07:38:00.001-07:00</published><updated>2010-04-25T13:28:49.212-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ETL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAP BW'/><title type='text'>(O) Métodos de integração entre o PowerCenter e o SAP BW</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a name="OLE_LINK7"&gt;Hoje vou falar sobre a integração de dados entre o PowerCenter uma poderosa ferramenta de integração de dados da Informatica e o SAP BW, ferramenta OLAP para a construção de cubos da SAP a partir de dados do SAP/R3. &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Esta integração de dados pode se dá em dois momentos:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦ &lt;/span&gt;Extração de dados a partir do BW.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♦ &lt;/span&gt;Importação de dados para dentro do BW. &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;A integração com o BW se dá através de InfoCubos e InfoSources. Um InfoCubo é um cubo virtual criado a partir de um ou mais InfoSources. Um InfoSource é uma coleção de dados que pode pertencer a um ou mais cubos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;1- Extração de dados BW &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;É possível extrair dados do BW e usá-lo como um source em uma session no PowerCenter através do BW Open Hub Service (OHS). Open Hub Service é um framework SAP para extração de dados. OHS usa dados de múltiplos data sources BW, incluindo InfoSources e InfoCubos. O OHS framework inclui também programas InfoSpoke, que extrai dados do BW e escreve a sua saída para tabelas (transparentes) do SAP.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;A comunicação do 'PowerCenter SAP BW Service' com o BW é feita via RFC e inicia workflows dentro do PowerCenter que extrai dados do BW. Você configura o SAP BW Service no 'PowerCenter Administration Console'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figure 1- representação de como é a integração do PowerCenter e o BW na extração de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RVUILgKqI/AAAAAAAAABA/DHABj2bzpjk/s1600/BW1.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 275px; DISPLAY: block; HEIGHT: 298px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464086052188727970" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RVUILgKqI/AAAAAAAAABA/DHABj2bzpjk/s320/BW1.png" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;2- Importação de dados para o BW &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Você pode usar o BAPI (Business Application Program Interface), como método para unir componentes para dentro do Business Framework, para trocar metadados com o BW. Além disso, você também pode usar BAPIs para carregar dados para dentro do BW a partir de aplicações externas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Na verdade você importa para dentro do Designer 'target definitions' BW e usa este target em um mapping para carregar dados para dentro do BW. Durante o processo de workflow do PowerCenter, o 'Integration Services' usa um método de transferência para carregar os dados para dentro das estruturas de transferência do BW.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Estes métodos de transferência são configurados no BW para especificar como carregar os dados para dentro de uma estrutura de transferência do BW. No BW, os dados podem ser movidos de uma estrutura de transferência para InfoCubos e InfoSources através de estruturas de comunicação. Ou seja, para mover dados para uma estrutura de comunicação ele usa regras de transferência e para mover dados a partir destas estruturas de comunicação para InfoCubos e InfoSources ele usa regras de update.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Figure 2-mostra como é a integração do PowerCenter com o BW para carga de dados. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RWKsOx0EI/AAAAAAAAABI/8K_hTSCDY5U/s1600/BW2.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 279px; DISPLAY: block; HEIGHT: 317px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464086989579079746" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RWKsOx0EI/AAAAAAAAABI/8K_hTSCDY5U/s320/BW2.png" /&gt;&lt;/a&gt; Para executar uma session no PowerCenter, você precisa configurar um InfoPackage no BW. Um InfoPackage especifica os agendamentos de workflows do BW e as solicitações de dados do PowerCenter. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RXSocKIoI/AAAAAAAAABQ/2ZdyGyIIGGU/s1600/BW3.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 249px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464088225512039042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RXSocKIoI/AAAAAAAAABQ/2ZdyGyIIGGU/s320/BW3.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-1847647830997059851?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/1847647830997059851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=1847647830997059851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1847647830997059851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1847647830997059851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/04/o-metodos-de-integracao-entre-o.html' title='(O) Métodos de integração entre o PowerCenter e o SAP BW'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/S9RVUILgKqI/AAAAAAAAABA/DHABj2bzpjk/s72-c/BW1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2446571704374370544</id><published>2010-03-09T16:50:00.001-08:00</published><updated>2010-04-25T13:31:35.702-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><title type='text'>(E) O que entra no Data Warehouse?</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt; &lt;p align="justify"&gt;Muitos projetistas de data warehouse iniciantes veem o warehouse como o repositório final de todos os dados da empresa. Eles farão declarações ingênuas, como "Toda a produção de relatórios da empresa será feita a partir do warehouse". Geralmente, essa não é uma estratégia viável. Conforme já mencionei, o warehouse é apenas um componente de uma estratégia de produção de relatórios empresarial, eu diria até um importante componente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outro motivo pelo qual é importante "posicionar" o warehouse na arquitetura de produção de relatórios corporativa é para proteger o projeto de uma construção grande demais. No desenvolvimento de sistemas, aumentos no tamanho aumentam o risco. Cada nova tabela, cada nova coluna, cada nova restrição, aumenta o volume de trabalho de desenvolvimento que deve ser estimado, agregado e executado. Eles também aumentam a possibilidade de que um objeto na arquitetura venha a falhar. Assim, posicionar o warehouse efetivamente é uma ferramenta para o gerenciamento de sua abrangência e para ajudar a garantir seu sucesso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dessa forma, recomendo que, ao projetar um warehouse, você faça uma declaração (uma espécie de missão do projeto), explícita quanto ao lugar que este sistema vai se encaixar no processo de produção de relatórios na sua organização. Essa declaração deve pormenorizar as regras que serão usadas para determinar quais dados serão armazenados e quais serão excluídos. Um exemplo de declaração: "O warehouse vai focalizar a entrega de dados em um formato agregado dos principais relatórios disponibilizados atualmente para a alta direção cujo seu acompanhamento e monitoramento é diário e possuem impacto financeiro."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Declarações como esta (talvez com um pouco mais de detalhes) proporcionam aos desenvolvedores de warehouse uma base para decidir o que será incluído e o que será excluído do warehouse. Essa declaração de posição do warehouse deve ser desenvolvida enquanto se estiver reunindo os requisitos da empresa e de usuário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A comunidade de usuários deve indicar seu entendimento e concordar com a declaração de posição do warehouse. Isso não apenas os ajuda a entender o papel do warehouse, mas também proporciona a eles outra maneira de fazer planos para sua utilização.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2446571704374370544?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2446571704374370544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2446571704374370544' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2446571704374370544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2446571704374370544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/03/e-o-que-entra-no-data-warehouse.html' title='(E) O que entra no Data Warehouse?'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-3389907991615972453</id><published>2010-02-25T18:00:00.000-08:00</published><updated>2010-04-25T13:32:41.706-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><title type='text'>(E) Comece com os requisitos da empresa - não com a tecnologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que o deixou interessado em construir sistemas? Para muitos de nós,foi a paixão pela tecnologia. Gostamos de escrever sistemas elegantes, que apresentam belas figuras na tela de algum usuário injustiçado. Nossa resposta para praticamente todo problema é "construir um novo sistema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, infelizmente, o data warehouse não tem a ver com tecnologia. Ele tem a ver com resolução de problemas empresariais. Um segredo para o sucesso do data warehouse é começar focalizando as informações de que a empresa precisa para prosperar e &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;não&lt;/span&gt; a tecnologia que vamos usar para entregar essas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tecnologias de consulta e navegação de dados são "bacanas" e os desenvolvedores tendem a querer mexer com elas. Na verdade, já vi projeto, onde a equipe passou os primeiros seis meses escolhendo a ferramenta de consulta e navegação de dados e depois aprendendo a utilizá-la. As estruturas de dados ficaram relegadas a segundo plano. Os gerentes e os usuários finais não são pessoas estúpidas. Eles podem e sabem identificar quando um progresso real está ocorrendo e quando não está. No final, os gerentes dessa empresa ficaram tão frustrados, que cancelaram o projeto inteiro. Posteriormente, ele foi reiniciado, mas com um novo gerente de projeto, que foi instruído a retirar a ênfase nas ferramentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que a maior parte dos data warehouses corretamente projetados será acessada por uma variedade de tecnologias. Assim, focalizar qualquer tecnologia de consulta e navegação de dados pode desviar a concentração da equipe com relação à construção da flexibilidade necessária para o projeto inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também lembre-se de que as tecnologias aparecem e desaparecem. O prato do dia pode ser Oracle Hyperion, mas amanhã, pode ser MicroStrategy. Independentemente do que um vendedor de soluções possa dizer, a peça estratégica real do data warehouse são os dados. É fundamental que as estruturas de dados reflitam precisamente as exigências da empresa e que elas contenham dados corretos e confiáveis. É só lembrar do ditado LE/LS ou "lixo que entra é igual ao lixo que sai". Faça todo o possível para proteger a integridade dos dados armazenados em seu data warehouse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma advertência. Determinadas ferramentas ou tecnologias de consulta e navegação de dados exigem típos específicos de estruturas de dados para funcionar. Sendo assim, recomendo que tais ferramentas sejam vistas como tecnologias de consulta com função restrita, em vez de uma solução com componentes integrados capaz de propiciar à empresa um ambiente de informação gerencial e estratégica robusta, confiável e escalável.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-3389907991615972453?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/3389907991615972453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=3389907991615972453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/3389907991615972453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/3389907991615972453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/02/comece-com-os-requisitos-da-empresa-nao.html' title='(E) Comece com os requisitos da empresa - não com a tecnologia'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2059928196809348342</id><published>2010-01-21T11:21:00.000-08:00</published><updated>2010-04-25T13:34:00.587-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DW'/><title type='text'>(E) Como dar poderes aos usuários</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quantas vezes você já ouviu ou leu em revistas e sites especializadas de negócios, que a empresa tal estava sendo reestruturada? As empresas fazem isso principalmente em época de crise. Ao se aprofundar nos detalhes da reestruturação, é possível descobrir, em algum lugar, que a diretoria da nova organização depois da reestruturação dará poderes aos seus funcionários (remanescentes). O que se quer dizer com isso “dar poderes”? Será que o que eles querem dizer é que, agora, os vários funcionários poderão tomar muitas das decisões que antes só a alta gerência participava. Contudo, vamos pensar no seguinte: o quanto os funcionários serão eficientes em tomar decisões, se eles não possuírem dados e informações necessários para tomar tais decisões?&lt;br /&gt;Implementar um depósito de dados integrados (data warehouse) é uma maneira efeciente de entregar esses dados. Isso não apenas libera quem necessita do dado de recorrer à diretoria em cada decisão, mas, também o libera da necessidade de recorrer a área de sistemas de informações (TI) para solicitar este ou aquele relatório que poderá levar dias.&lt;br /&gt;Esse “poder” a que estou me referindo, possibilita que os consumidores da informação controlem o seu próprio destino – não recorrendo aos programadores de plantão para solicitar relatórios, programados para atender aquela necessidade imediata. Quantas vezes isso ocorre em um ambiente operacional? A todo instante novo relatório é identificado e demandado, colocados em perspectiva e programados, após o que, você descobre que o usuário encontrou outras fontes para a saída desejada. Existe aí um atraso de tempo inevitável entre a identificação de novos requisitos e a sua entrega. Não se trata de uma falha da área de sistemas, mas sim da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de ferramentas de produção de relatórios e portais de informação (dashboards) a partir de um depósito de dados integrado (data warehouse) dá aos funcionários (usuários) o “poder” que mencionamos anteriormente, para obter e analisar dados e, respaldados com informações de qualidade (coerentes e concisas), tomar as decisões que lhe cabem. Podemos dar como exemplo, as ferramentas OLAP (On-Line Analytical Processing), que permitem aos usuários a partir de dados disponíveis no data warehouse fazer previsões, refinar e procurar tendências sobre todos os aspectos de seu negócio. Com o data warehouse, o usuário passa a ter acesso aos dados de forma fácil e rápido, podendo ainda trabalhar de maneiras nunca antes imaginadas. Desta forma novas informações são produzidas e descobertas e assim nasce uma nova maneira de pensar e agir dentro da empresa. De posse dessa liberdade de acessar os dados e produzir os relatórios sobre o que deseja, o pessoal de desenvolvimento de sistemas fica livre para construir novos aplicativos. Esses aplicativos podem ser personalizados para implementar sistemas especialistas a serem utilizados pela diretoria e pela gerência, com base nas informações extraídas do data warehouse. Eles também podem até ser aplicativos para corrigir algum problema de inconsistência de dados que o data warehouse por ventura tenha identificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão, dar “poder” ao usuário é ter a possibilidade de transformar a empresa em uma empresa mais dinâmica, ágil e criativa. E a principal maneira de viabilizar isso, é criar uma infra-estrutura de dados capaz de entregar os dados certos para quem é de direito de forma fácil e rápido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2059928196809348342?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2059928196809348342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2059928196809348342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2059928196809348342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2059928196809348342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/01/como-dar-poderes-aos-usuarios.html' title='(E) Como dar poderes aos usuários'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-1957122908891135734</id><published>2010-01-15T05:14:00.001-08:00</published><updated>2010-01-15T05:18:45.737-08:00</updated><title type='text'>(T) Verificando a consistência de um repositório</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ctr1083%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C02%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Atualmente é possível verificar a consistência das seguintes maneiras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul type="square"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031538"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Pode-se verificar a consistência global do      repositório a partir do menu ‘Arquivo’ e do ‘Consistency Check Manager      (Check All Objects)’. Se você desativou quaisquer regras de verificação do      ‘Consistency Check Manager’, essas regras não serão verificadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="pn2note2" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1032454"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; color: red;"&gt;NOTA: Se você desativar um objeto e ele está inconsistente, você receberá uma mensagem perguntando se você quer torná-lo disponível para consultas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; color: red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul type="square"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031543"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Pode-se verificar a consistência de um modelo de      negócios a partir do menu do botão direito de um modelo de negócio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031545"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Pode-se verificar a consistência de alguns ou      todos os objetos no repositório a partir da verificação do ‘Consistency      Check Manager’. Para limitar os objetos que são controlados, na      verificação do ‘Consistency Check Manager’, na guia ‘Opções’, você pode desativar      as regras para os objetos que deseja excluir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ctr1083%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Se você verificou a consistência na sessão atual, as mensagens da última verificação aparecem na guia ‘Mensagens’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol start="2" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1005904"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Em ‘Consistency Check Manager’, clique na tab ‘Options’      e verifique se as regras estão configuradas corretamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="3" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031707"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Clique na tab ‘Messages’ e clique em &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;‘Check All Objects’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="pt2text2" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031709"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Se você já tiver verificado a consistência na sessão atual e, em seguida, mudar as regras, você poderá notar mensagens diferentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol start="4" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031500"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para editar o repositório para corrigir inconsistências,      realize os seguintes passos: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="4" type="1"&gt;&lt;ol start="1" type="a"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031750"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Dê um duplo clique em qualquer célula em uma       linha e uma caixa de diálogo ‘Propriedades’ para esse objeto é aberta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="4" type="1"&gt;&lt;ol start="2" type="a"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031755"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Na caixa de diálogo ‘Propriedades’ para o       objeto, corrigir a inconsistência, e clique em OK. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="5" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031751"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para copiar as mensagens para que você possa      colá-los em outro arquivo como uma planilha, clique em ‘Copiar’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="6" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031933"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para verificar a consistência de novo, clique em ‘Check      All Objects’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="pt2text2" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031934"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Quando você selecionar ‘Show Consistency Checker’ a partir do menu ‘Tools’ ou ‘Check Global Consistency’ a partir do menu ‘File’, o botão de atualização no canto superior direito da caixa de diálogo do ‘Consistency Check Manager’ verifica todos os objetos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol start="7" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031935"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;" lang="EN-US"&gt;Quando finalizar, clique ‘Close’.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ctr1083%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C06%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Trebuchet MS"; 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font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para verificar a consistência de um simples objeto no repositório:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="phtdheadingtodo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ctr1083%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C07%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Se o objeto não está consistente, uma lista de mensagens aparece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol start="2" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031907"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para editar o repositório para corrigir as inconsistências,      realiza os seguintes passos: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="1" type="1"&gt;&lt;ol start="1" type="a"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031908"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Dê um duplo clique em qualquer célula em uma       linha e uma caixa de diálogo ‘Propriedades’ para esse objeto é aberta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="1" type="1"&gt;&lt;ol start="2" type="a"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Na       caixa de diálogo ‘Propriedades’ para o objeto, corrigir a inconsistência,       e clique em OK. . &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="3" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031911"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para copiar as mensagens para que você possa      colá-los em outro arquivo como uma planilha, clique em ‘Copiar’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;ol start="4" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031912"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Para verificar a consistência do objeto      novamente, clique no botão atualizar no canto superior direito da caixa de      diálogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="pn2note2" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a name="wp1031898"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; color: red;"&gt;NOTA: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; color: red;"&gt; Se você clicou em ‘Check All Objects’, todos os objetos no repositório serão verificados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;" lang="EN-US"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-1957122908891135734?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/1957122908891135734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=1957122908891135734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1957122908891135734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1957122908891135734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/01/t-verificando-consistencia-de-um.html' title='(T) Verificando a consistência de um repositório'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-6599957154431079476</id><published>2010-01-12T07:33:00.000-08:00</published><updated>2010-04-25T14:18:21.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OBIEE'/><title type='text'>(T) Configurando o “Consistency Check Manager” no Oracle BI</title><content type='html'>&lt;h4 style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;a name="wp1031335"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="longtext"&gt;&lt;span style="BACKGROUND: white; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="longtext"&gt;&lt;span style="BACKGROUND: white; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Durante a instalação, um subconjunto de regras padrão está instalado. Em cada estação de trabalho, os usuários podem usar o subconjunto padrão das regras ou alterar o subconjunto, adicionando ou excluindo regras. Por padrão, todas as regras de verificação de consistência são ativadas e todos os tipos de mensagens são definidos para mostrar depois que você executar uma verificação de consistência. Você pode desativar qualquer das regras de verificação de consistência e alterar as mensagens da lista, para que um ou mais dos seguintes tipos de mensagens não aparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, pelo menos um tipo de mensagem deve ser ativado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para configurar o “Consistency Check Manager” :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Em ‘Administration Tool’, selecione ‘Tools’ &gt; ‘Show Consistency Checker’.&lt;br /&gt;2. Em ‘Consistency Check Manager’, na tab ‘Messages’, faça o seguinte:&lt;br /&gt;3. Desmarque o check box para quaisquer tipos de mensagens que você não deseja exibir.&lt;br /&gt;4. Se você deseja que a mensagem mostre o nome completo de cada objeto, selecione o check box ‘Show Qualified Name’.&lt;br /&gt;5. Clique na tab ‘Options’.&lt;br /&gt;6. Expanda cada tipo de mensagem.&lt;br /&gt;7. Para desativar uma regra ativada, selecione a regra e clique em ‘Disable’.&lt;br /&gt;8. Para habilitar uma regra desativada, selecione a regra e clique em ‘Enable’.&lt;br /&gt;9. Se você não deseja verificar a consistência, neste momento, clique em ‘Close’. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -18pt; MARGIN-LEFT: 36pt" class="pt1text1" align="justify"&gt;&lt;span class="longtext"&gt;&lt;span style="BACKGROUND: white; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-6599957154431079476?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/6599957154431079476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=6599957154431079476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6599957154431079476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6599957154431079476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2010/01/t-configurando-o-consistency-check.html' title='(T) Configurando o “Consistency Check Manager” no Oracle BI'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-5536289238052485838</id><published>2009-08-13T11:02:00.001-07:00</published><updated>2009-08-13T11:02:40.537-07:00</updated><title type='text'>(T) Verificando a consistência de um repositório ou um Business Model no Oracle BI</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1031335'/&gt;Você deve fazer uma verificação de consistência no repositório de metadados antes de tornar o repositório disponível para consultas. O 'Consistency Check Manager' possibilita que você ative ou desative regras para verificar as inconsistências, navegar nelas e corrigir os objetos inconsistentes, e limitar a verificação de consistência para objetos específicos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1040462'/&gt;O 'Consistency Check Manager' não verifica a validade dos objetos a não ser os metadados usando a conexão. Ele somente verifica a consistência dos metadados e não qualquer mapeamento para os objetos físicos a não ser o metadado. Se a conexão não está ativa ou os objetos tenham sido excluídos no database, o 'Consistency Check Manager' não irá relatar estes erros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1040259'/&gt;O verificador de consistência retorna os seguintes tipos de mensagens:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name='wp1031572'/&gt;Error.&lt;/strong&gt; Estas mensagens descrevem erros que precisam ser corrigidos. Use a informação na mensagem para corrigir a inconsistência, e então execute o verificador de consistência de novo. Abaixo está um exemplo de uma mensagem de erro: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1031573'/&gt;[38082] Type of Hierarchy '"0RT_C41"..."0RT_C41/MDF_BW_Q02"."Product Hierarchy for Material MARA"' in Cube Table '"0RT_C41"..."0RT_C41/MDF_BW_Q02"' needs to be set.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='color:red; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name='wp1032463'/&gt;NOTA: &lt;/strong&gt; Se você desativa um objeto e ele esta inconsistente, você receberá uma mensagem perguntando se você quer torná-lo indisponível para consultas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name='wp1031574'/&gt;Warning.&lt;/strong&gt; Estas mensagens indicam condições que podem ou não ser erros, dependendo da intenção do administrador da ferramenta. Por exemplo, uma "warning" sobre um join desabilitado pode ser o resultado intencional do administrador Oracle BI de desabilitar um join, assim como eliminar uma condição de um join circular. Segue abaixo um exemplo de uma mensagem deste tipo: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1031575'/&gt;[39024] Dimension '"Paint"."MarketDim"' has defined inconsistent values in its levels' property 'Number of elements'.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name='wp1031576'/&gt;Best practices.&lt;/strong&gt; Estas mensagens fornecem informações sobre as condições, mas não indicam uma inconsistência. A mensagem aparece se uma condição violar uma recomendação de boa prática. Veja o exemplo abaixo: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1031577'/&gt;[89001] The Physical Table '"XLS_Forecast"."Forecast".."Sheet1$"' has no keys defined.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='color:red; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name='wp1026412'/&gt;NOTA: &lt;/strong&gt; Depois que se faz um &lt;em&gt;upgrading&lt;/em&gt; de versão do software e verifica a consistência do seu repositório, você pode notar mensagens que você não recebia antes. Isto tipicamente indica inconsistências que não tinham sido detectadas antes do upgrade, não significa que sejam novos erros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;a name='wp1040466'/&gt;No 'Consistency Check Manager', na guia 'Messages', você pode ordenar as linhas de mensagens, apenas clicando no cabeçalho da coluna. Adicionalmente, a barra de status fornece um resumo de todas as linhas mostradas.&lt;a name='wp1005894'/&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-5536289238052485838?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/5536289238052485838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=5536289238052485838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5536289238052485838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5536289238052485838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2009/08/t-verificando-consistencia-de-um.html' title='(T) Verificando a consistência de um repositório ou um Business Model no Oracle BI'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-6369884950154289044</id><published>2009-07-31T12:33:00.001-07:00</published><updated>2009-07-31T12:38:08.182-07:00</updated><title type='text'>Atendendo pedidos...</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;São muitas as críticas e sugestões que eu recebo com relação as mensagens que são postadas aqui neste blog. Isto é muito bom e eu gostaria de agradecer a todos por estes feedbacks!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por esta razão, estarei classificando neste blog as mensagens que são postadas, da seguinte forma: (E), (T) e (O). Estas siglas estarão precedendo o título dos artigos. Por exemplo, '(E) Título do Artigo XYZ'.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que significam estas siglas na prática?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(E) – são artigos que falam de gerenciamento e arquitetura da informação em um nível mais de definição, processos, desafios etc.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(T) – são dicas técnicas das ferramentas do meu know-how e expertise: OBIEE, Hyperion Essbase, Hyperion Planning e Informatica PowerCenter.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(O) – são artigos do tipo How-To, que explicam passo-a-passo a execução de uma determinada tarefa utilizando alguma ferramenta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta forma, acredito realmente estar cumprindo com o meu objetivo neste blog que é trazer informação, mas principalmente, compartilhar conhecimento do que acontece na prática no mundo BI. E, que acima de tudo, este blog possa se tornar uma referência para entusiastas ou profissionais interessados neste assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um grande abraço a todos,&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-6369884950154289044?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/6369884950154289044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=6369884950154289044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6369884950154289044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/6369884950154289044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2009/07/atendendo-pedidos.html' title='Atendendo pedidos...'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-1740892396485754532</id><published>2009-07-23T11:47:00.001-07:00</published><updated>2009-07-23T11:47:09.804-07:00</updated><title type='text'>A informação como um recurso estratégico</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Para entender o valor que um processo bem definido de gerenciamento da informação pode trazer para a empresa, é preciso primeiro entender que a informação é um recurso estratégico tão importante quanto o capital e o trabalho. A informação e a tecnologia da informação são também recursos a serem desenvolvidos juntamente com o capital, mão-de-obra e outros recursos envolvidos na definição, execução, controle e ação de uma estratégia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de todo o investimento em dinheiro e tempo gastos na elaboração de estratégias, a maioria das empresas acaba produzindo estratégias extremamente semelhantes. Todas estão interessadas em alta qualidade, produtos de baixo custo para atender ou exceder as exigências dos clientes, e todas reconhecem a atração reduzida de uma concorrência baseada exclusivamente em preço, e, assim, a maioria das empresas se esforçam para obter valor adicional para justificar preços e margens mais elevados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até certo ponto, o papel da informação na estratégia de uma organização, independente do seu estágio (definição, execução, controle e ação), é simplesmente uma questão de perspectiva. Para entender o que estou querendo dizer, vamos imaginar uma instituição de crédito ao consumidor 'XYZ'. Podemos considerar esta empresa como sendo um intermediário financeiro, e sua estratégia deveria preocupar-se com questões de financiamento de curto, médio e longo prazo, tipos de empréstimos e assim por diante. Desse ponto de vista a informação é um subproduto do fluxo de capital dos mercados para os consumidores. O que a empresa não possui nesse caso é um reconhecimento explícito dos componentes da informação sobre o seu empreendimento. Por outro lado, se a empresa se preocupa com a informação, o enfoque principal passa a ser a disponibilidade de informação, vantagem comparativa que a informação da empresa oferece em relação à concorrência e capacidade de seus profissionais que serão necessárias para tirar proveito dessa informação. Nessa perspectiva, o fluxo de capital torna-se um subproduto do fluxo de informação. Cabe ressaltar aqui que a informação não se deprecia da mesma forma que os bens de capital. Em algumas circunstâncias o valor da informação é eterno: ela será tão valiosa amanhã quanto hoje. Em outras circunstâncias, o valor de alguns tipos de informação pode cair a zero quase que instantaneamente quando determinados eventos ocorrerem. A expressão "Tão inútil quanto as notícias de ontem" tem nesse contexto um significado real.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas empresas ainda não consideram absolutamente a informação como um recurso estratégico. E um número cada vez maior considera a informação como um recurso relevante apenas no controle das estratégias para medir o desempenho da organização em relação ao que foi planejado. No entanto, é necessário que as empresas percebam o valor que a informação pode adicionar às estratégias desde o início e comecem a elevar ao mesmo nível de outros recursos vitais. Para isso é necessário buscar através de um processo de gerenciamento da informação as facilidades para a criação, coleta, sumarização, acesso e reporte das informações necessárias para suportar as estratégias da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em meu próximo artigo falarei dos benefícios de uma iniciativa de gerenciamento da informação e apresentar sugestões para aperfeiçoar a coleta de dados e o uso da informação em toda a organização.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-1740892396485754532?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/1740892396485754532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=1740892396485754532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1740892396485754532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/1740892396485754532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2009/07/informacao-como-um-recurso-estrategico.html' title='A informação como um recurso estratégico'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2658343633318438030</id><published>2008-05-15T16:49:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T16:52:24.810-07:00</updated><title type='text'>Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações - Parte 3</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Como pode a TI ajudar a sua empresa a tomar decisões melhores e mais rápidas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;As condições do mercado e as necessidades do cliente estão se alterando, e o seu pessoal está na melhor posição para reagir em conformidade. A sua organização necessita de uma visibilidade exata e viável de 360 graus da empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;A visibilidade em tempo real fornece os meios para verificar e justificar os resultados, permitindo também que a sua empresa se certifique de estar utilizando as informações certas no momento certo para tomar melhores e mais rápidas decisões. Com o pessoal e a infra-estrutura de TI corretos, as empresas podem responder com rapidez e eficácia às modificações no mercado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Se você deseja ajudar a sua empresa a criar uma visibilidade exata e viável de 360 graus da sua organização, permitindo tomar decisões melhores e mais rápidas, pode impulsionar o processo seguindo três etapas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Etapa 1 – Avalie o seu ambiente empresarial e a sua infra-estrutura de TI atuais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Os gerentes devem analisar o estado das suas atividades empresariais e da infra-estrutura de TI. Os seus gerentes precisam entender a situação da organização, onde deseja chegar e quais os sistemas de TI necessários para alcançar esses objetivos. Os gerentes também necessitam acessar a informações em tempo real para garantir que as atividades departamentais estão alinhadas com os objetivos empresariais. Os gerentes devem analisar a TI para&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;ajudar a empresa a :&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; extrair as informações empresariais relevantes para fornecer uma visão geral e clara da situação atual da empresa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; fornecer as ferramentas necessárias de funções analíticas e reporting para efetuar uma análise de gap para determinar o que a empresa está fazendo e o que ela necessita fazer e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; criar um framework para elaborar um plano e uma avaliação do desempenho, incluindo os resultados, medidas e padrões desejados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Etapa 2 – Estabeleça um conjunto comum de métricas em toda a empresa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;O uso de métricas, acordos e padrões diferentes pode comprometer a capacidade da empresa de comunicar eficazmente e cumprir os requisitos de conformidade. Mais importante ainda, isto pode dificultar a capacidade dos gerentes para obter informações críticas para criar uma visão unificada. Os gerentes devem analisar a TI para ajudar a empresa a:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; obter a aceitação das principais partes interessadas, internas e externas, sobre o que deve ser avaliado e como a avaliação deve ser efetuada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; desenvolver indicadores-chave de desempenho (KPIs) em toda a sua empresa, capazes de ajudar os gerentes a tomar decisões empresariais fundamentadas; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; usar ferramentas de funções analíticas e de reporting para fornecer um acesso rápido a informações corretas, ajustadas às necessidades das partes interessadas apropriadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Etapa 3 – Execute o plano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Os gerentes precisam determinar as ações necessárias e, em seguida, atribuir os recursos certos às atividades corretas. Para alcançar os objetivos empresariais, os gerentes precisam de perspectivas internas das suas melhores oportunidades e dos seus recursos mais eficazes, bem como saber se estão sendo utilizados corretamente. Neste caso, a TI funciona como o motor para analisar e identificar todas as oportunidades e atividades empresariais, fornecendo aos gerentes uma visibilidade geral para alocar os recursos da forma mais eficaz. A TI deve ajudar a empresa especificamente a:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; obter e organizar todas as informações empresariais relevantes para poder acessá-las de forma mais rápida e mais fácil quando for necessário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; desvendar as principais informações empresariais para que os gerentes possam tomar decisões fundamentadas sobre a alocação e a utilização eficaz dos recursos e investimentos; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;􀀵&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; criar um ambiente colaborativo para monitorar, gerenciar e analisar o progresso de acordo com os objetivos empresariais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Resultado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;As empresas movimentam-se em um mundo competitivo que é cada vez mais agressivo. As informações podem ser uma das mais poderosas ferramentas disponíveis ou ainda empurrar a sua empresa para baixo. As empresas que conseguirem alinhar eficazmente a TI com os seus objetivos empresariais estarão à frente da concorrência por terem acesso às informações certas no momento adequado, permitindo tomar melhores e mais rápidas decisões.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2658343633318438030?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2658343633318438030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2658343633318438030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2658343633318438030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2658343633318438030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2008/05/um-guia-de-como-ti-pode-contribuir-para_15.html' title='Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações - Parte 3'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-2054068758004460721</id><published>2008-05-15T16:18:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T16:49:12.189-07:00</updated><title type='text'>Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações - Parte 2</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O que fazer para a sua empresa obter uma melhor visibilidade de informações?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;As empresas negociando com sucesso estes parâmetros para uma melhor visibilidade das informações, como qualidade, quantidade e pontualidade, obtêm benefícios em três áreas estratégicas da tomada de decisões empresariais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;1. Alinhamento das atividades empresariais com a estratégia empresarial &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Principal benefício da visibilidade: capacidade para ajustar as atividades e a estratégia em plena concordância, conforme solicitado pelo plano empresarial e pelas condições alteradas do mercado (p. ex. entrada de novos concorrentes no mercado, adoção de novas práticas empresariais, etc.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;2. Alocação e utilização de recursos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Principal benefício da visibilidade: capacidade para avaliar novas demandas considerando os esforços em curso, bem como a otimização dos recursos face ao orçamento real e a restrições de capacidade dos recursos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;3. Padrões, conformidade e redução de riscos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Principal benefício da visibilidade: redução em toda a empresa das restrições colocadas à conformidade legal, bem como a conformidade com as diretrizes setoriais e com as exigências dos clientes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;1. Alinhamento das atividades empresariais com a estratégia empresarial&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Se as empresas querem se transformar com sucesso em entidades verdadeiramente maiores do que a soma das suas partes, elas precisam responder com mais rapidez e mais inteligência aos desafios do mercado mediante uma melhor capacidade na tomada de decisões. Uma questão essencial, freqüentemente negligenciada nas discussões sobre a visibilidade das informações, é a necessidade de um alinhamento rigoroso dos objetivos departamentais com a estratégia empresarial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;O alinhamento da atividade empresarial é a capacidade de considerar as teorias e colocá-las em prática, isto é, considerar o plano estratégico e transformá-lo em etapas táticas. Isto resulta em funções executivas com uma definição mais clara, bem como na melhor capacidade de otimizar a tecnologia em função do crescimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Os benefícios empresariais adicionais incluem o alcance de um equilíbrio entre os custos e o investimento em função dos objetivos organizacionais, um equilíbrio entre os limites internos e o crescimento externo, um aumento da colaboração para melhorar a tomada de decisões e o alinhamento departamental, bem como uma visibilidade de 360 graus dos clientes para melhorar suas experiências e os esforços de marketing e vendas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Para garantir o alinhamento, os gerentes devem focalizar o desenvolvimento de um conjunto comum de métricas dentro da empresa, necessitando naturalmente de um conjunto comum de definições. Normalmente, as várias partes da empresa desenvolvem métricas específicas para uso próprio e para servir os seus fins, resultando em falta de consistência no reporting e em incapacidade para fornecer informações à alta administração. Outro dado interessante apontado no relatório é que 57 por cento das empresas não dispõem de um conjunto comum de métricas para trabalhar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Os desafios sobressaem quando os gerentes tentam obter informações departamentais para tomar decisões empresariais. Uma falta de definições e métricas consistentes dificulta particularmente a determinação da gerência em efetuar ou não um alinhamento, ou definir o lado para o qual deve pender, em caso afirmativo. Existe um desafio: as empresas têm de encontrar um equilíbrio entre permitir que os grupos identifiquem e definam as melhores métricas para si, em oposição à definição de métricas no melhor interesse da empresa considerada como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;O resultado final de um alinhamento rigoroso das atividades com a estratégia empresarial consiste em que os vários departamentos deixem de afirmar que estão cumprindo apenas o plano empresarial. Em vez disso, o alinhamento funciona como um plano de ação coerente, com todas as peças da engrenagem trabalhando no sentido de um objetivo único, em vez de bloquear o funcionamento da máquina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Como a TI suporta o alinhamento: mediante o fornecimento de ferramentas de análise e de reporting dirigidas à criação de uma visibilidade centralizada e uniforme sobre todas as informações críticas da empresa, a TI pode disponibilizar a visibilidade necessária para garantir o alinhamento das atividades departamentais com a estratégia geral da empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;2. Alocação e utilização de recursos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Ter os recursos certos já não é suficiente para sobreviver. Para ter sucesso, é vital saber como você vai usar os recursos da forma mais eficaz. A visibilidade dos recursos em toda a empresa garante que você tem o pessoal, os investimentos, o centro, o equipamento e os ativos certos, direcionados para as atividades corretas. Por outro lado, a falta da visibilidade adequada dos recursos empresariais dificulta a avaliação do estado atual dos seus pontos fortes e fracos, bem como do mapeamento correspondente da alocação dos recursos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;As empresas que fazem um uso ineficiente dos seus recursos lutam por manter a sua quota de mercado e a sua viabilidade financeira. Por exemplo, do ponto de vista das operações empresariais, você está indeciso entre o método Just-in-Time e o método Just-in-Case na interação com os seus clientes e fornecedores? Da mesma forma, como está você equilibrando o seu fluxo de caixa? Está pagando os outros antes de receber? Você está investindo nos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;projetos corretos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Da mesma forma, a força de vendas pode ser forte como um todo, mas será que você tem o pessoal certo tratando das suas contas e territórios mais rentáveis? Sabe de que contas e territórios se trata? O seu departamento de marketing está alcançando o seu grupo-alvo? Se você não tiver os recursos corretos direcionados para as atividades certas, você pode estar desperdiçando recursos preciosos em campanhas com um impacto baixo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Quanto à utilização de recursos, o investimento nos seus sistemas será superior ao retorno? Você pode estar agrupando uma elevada quantidade de dados, mas se eles não estiverem disponíveis ao momento de tomar as melhores decisões, pode estar sendo uma vítima da máxima “lixo que entra/lixo que sai”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;As empresas têm de encontrar um caminho para identificar e localizar com rapidez os recursos em conformidade com as necessidades (potencialmente contrárias), permitindo garantir que os recursos certos estejam envolvidos e sendo utilizados nas atividades certas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Como a TI suporta a alocação de recursos: combinando continuamente os dados das vendas e dos clientes, bem como os financeiros e operacionais, a TI permite aos gerentes tomarem decisões mais bem fundamentadas na determinação do pessoal, de investimentos, do centro, do equipamento e dos ativos adequados para as atividades certas, claro, no momento adequado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;3. Padrões, conformidade e redução de riscos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;A conformidade está ajudando ou prejudicando o progresso da sua empresa? As empresas enfrentam uma avalanche de requisitos e padrões por parte de agências governamentais, empregados, clientes, fornecedores e grupos industriais. Por isso, elas necessitam de uma visibilidade completa destes requisitos e também dos recursos que estão utilizando para cumpri-los.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Os três problemas de conformidade empresarial que ocorrem com maior freqüência centram-se no reporting, na auditoria e na imagem da marca. Os esforços adicionais relacionados com a conformidade podem ser direcionados para cumprir acordos, padrões e diretrizes setoriais, bem como os requisitos das regras de origem da Organização Mundial do Comércio (OMC). Além disso, a falta de cumprimento dos padrões de qualidade, ambientais ou responsabilidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;social podem prejudicar a marca de uma empresa no mercado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Evidentemente, o desafio principal é que os recursos e as infra-estruturas limitados são freqüentemente um fardo injusto para ser suportado pelas empresas. Na realidade, muitas empresas travam uma luta constante no seu esforço para encontrar os recursos e tratar do trabalho burocrático. Isto para não falar dos processos de auditoria necessários para prevenir multas pesadas por não-cumprimento, tais como sanções, interrupções do trabalho ou penhora de ativos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Nos EUA, por exemplo, a conformidade com a SOX originou um grande problema às empresas de todo o país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Da mesma forma, muitos setores industriais impõem padrões e requisitos de reporting adicionais aos das entidades governamentais. Por isso, as empresas precisam de ser capazes de defender os seus direitos (relativos ao país de origem, conformidade “verde”, etc.) com uma visibilidade de informações completa e exata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;Perante a complexidade e amplitude de todos os requisitos, cabe à TI servir como facilitador de modo a reduzir em toda a empresa as restrições colocadas sobre os padrões e a conformidade. Na realidade, se você tiver os sistemas adequados para o rastreamento e reporting, será possível potencializar a conformidade como um impulsionador de melhorias, em vez de um fardo organizacional. Estas melhorias incluem balanços financeiros credíveis, produtos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;e serviços de alta qualidade e (em determinados setores industriais como o farmacêutico) a redução dos ciclos de desenvolvimento de produtos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=";font-family:lucida grande;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a TI suporta os padrões e a conformidade: mediante a captura e o reforço dos padrões setoriais e dos requisitos de conformidade na infra-estrutura tecnológica da sua empresa, a TI fornece informações em tempo real, permitindo que os gerentes rastreiem o desempenho e efetuem os ajustes c&lt;/span&gt;om maior rapidez.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-2054068758004460721?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/2054068758004460721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=2054068758004460721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2054068758004460721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/2054068758004460721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2008/05/um-guia-de-como-ti-pode-contribuir-para.html' title='Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações - Parte 2'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-8093174767761677997</id><published>2008-04-22T19:34:00.000-07:00</published><updated>2008-04-22T19:37:46.568-07:00</updated><title type='text'>Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Os executivos das empresas tomam todos os dias decisões empresariais críticas, baseadas nas informações de que dispõem. Estas informações podem vir de diversas fontes: opiniões de colegas ou outros executivos, intuição ou avaliação pessoal do negócio, bem como dados fornecidos interna ou externamente à empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Isto é particularmente preocupante considerando a falta de confiança nos dados disponíveis para os responsáveis por decisões: em uma pesquisa realizada nos EUA, constatou que nove de dez executivos corporativos admitem tomar decisões importantes com base em informações inadequadas. Isto sugere que os problemas na tomada de decisões têm origem na qualidade, quantidade e pontualidade das informações. Como resultado, as pequenas e médias empresas de hoje estão destinadas a tomar inúmeras decisões sem uma base de informações rigorosa, com uma freqüência bastante alarmante. Os executivos muitas vezes não têm as informações necessárias para tomar as melhores decisões em tempo adequado. Por isso, eles têm de descobrir como obter uma visibilidade de 360 graus da sua empresa que seja precisa e viável. A visibilidade em tempo real não só fornece os meios para verificar e justificar os resultados, mas também a certeza absoluta de que as pequenas e médias empresas estão otimizando a consistência, exatidão e pontualidade, através da utilização de uma única fonte de dados que lhes permite tomar melhores e mais rápidas decisões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Porque necessitam as empresas de uma boa visibilidade das informações?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Atualmente, as empresas têm acesso a mais informações do que nunca. Contudo, muitas tornaram-se vítimas do seu próprio sucesso. O crescimento rápido pode inundar as empresas com grandes quantidades de dados sobre produtos, concorrentes, fornecedores, clientes, etc. Para que os executivos possam tomar as decisões corretas, é necessário que tenham um bom conhecimento dos dados extraindo apenas as informações relevantes no momento preciso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Quando se trata do gerenciamento de dados, a explosão de informações não é o único problema das empresas. Também existe uma tendência crescente de os empregados usarem os seus conhecimentos de TI para criar e manter arquivos em unidades de disco locais, em vez de em bancos de dados partilhados, criando na realidade “micro-silos” de dados. De acordo com uma pesquisa de 2007 da FileMaker focalizada no gerenciamento de processos de TI em pequenas e médias empresas, esta tendência inclui práticas como a do uso do e-mail para contornar os servidores de rede. O chamado “estilo livre dos empregados” (p. ex. a tendência dos usuários de gerenciar as aplicações de TI de um modo autônomo e não autorizado) está criando um problema de gerenciamento de dados e também graves problemas de workflow, bem como eventuais catástrofes de conformidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Estes silos de dados estão impedindo que os departamentos das empresas tomem as melhores decisões, levando em alguns casos a decisões que afetam a empresa como um todo. A maioria das informações empresariais está escondida em planilhas eletrônicas e em “silos” isolados que evoluíram ao longo do tempo, suprindo sem dúvida necessidades de curto prazo, mas acabando por desacelerar fortemente o ritmo na tomada de decisões. Um exemplo típico é quando vendedores individuais entram e atualizam dados de clientes em planilhas eletrônicas Excel. Para todos os efeitos, estes dados estão “escondidos” e seguramente não podem ser manipulados pelos gerentes, para fazer análises da rentabilidade ou do funil de vendas. Isto está diretamente relacionado com a qualidade dos dados à disposição dos gerentes e executivos para o seu processo de tomada de decisões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;A complexidade do problema da qualidade dos dados reside na grande quantidade de dados gerada pela atividade empresarial diária. Estimando 40 gigabytes de espaço de armazenamento de dados no computador de cada usuário, uma empresa com 100 empregados pode gerar 4 terabytes só de dados dos usuários. Se você considerar os dados gerados em todas as cadeias de suprimento e distribuição, poderá obter uma quantidade de informações de proporções&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;gigantescas. Além disso, no clima empresarial de crescimento acelerado atual, o crescimento dos dados das empresas típicas pode duplicar a cada dois anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Contudo, a percepção dos executivos é que a maioria das informações necessárias para tomarem decisões está disponível&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“no sistema informatizado” ou, no mínimo, arquivada até o momento certo para ser acessada e usada. Afinal, com a automatização das funções empresariais, como contabilidade, expedição e produção, existe uma expectativa natural dos executivos de que o aumento de dados se traduzirá necessariamente em mais e mais importantes dados disponíveis. No entanto, para as empresas não cederem à “paralisia de análise” que os volumes de dados podem gerar, a TI deve ser capaz de acessar e fornecer informações exatas e verificáveis para todos os responsáveis das decisões na empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;E se o seu sistema empresarial não foi estruturado para rastrear e transmitir estas informações? Ou se estas informações ou esta métrica não tiverem sido defi nidas? Por exemplo, será que todo o pessoal do seu departamento de vendas está em concordância sobre o que constitui um lead qualificado? O pessoal de marketing concorda com o de vendas? E qual é a definição usada pelos gerentes financeiros quando efetuam uma análise de custo-benefício?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;A questão é a seguinte: até uma consulta de dados ser definida, formulada e rastreada, estes dados podem não existir ou, no mínimo, certamente não estão disponíveis “no sistema” ao qual têm acesso os executivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;O exposto não leva em conta as informações por entrar, incluindo a intuição, a avaliação do negócio, etc. O demorado tempo de extração de informações também está tendo um impacto negativo sobre as operações empresariais das empresas. Neste relatório de 2007 também consta o seguinte: “Apenas 10 por cento dos executivos afirmam que as informações para tomar uma decisão estão normalmente disponíveis quando necessário… outro 40 por cento também diz que a espera pela atualização de informações é uma causa comum para o atraso na tomada de decisão.” As informações disponíveis no clima empresarial de hoje são uma espada de dois gumes, tendo as empresas de encontrar uma forma de acessar as informações corretas no momento certo para tomar melhores e mais rápidas decisões sem ficarem atoladas ou atrasadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-8093174767761677997?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/8093174767761677997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=8093174767761677997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8093174767761677997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/8093174767761677997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2008/04/um-guia-de-como-ti-pode-contribuir-para.html' title='Um guia de como a TI pode contribuir para melhorar as tomadas de decisões nas organizações'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-5386391906931624885</id><published>2008-01-15T12:01:00.000-08:00</published><updated>2008-01-15T12:18:49.523-08:00</updated><title type='text'>Construindo uma Empresa Ágil: O Papel dos Dashboards e Scorecards - Parte Final</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;        &lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. Construir      iterativamente usando um approach baseado em protótipos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Um protótipo ou exercício piloto para um pequeno conjunto de KPIs vai criar a expectativa correta da solução CPM. Não só ajuda a TI a construir um caso de negócio (business case) melhor como também ajuda os usuários a encontrarem os requisitos corretos para a solução. Os KPIs podem pertencer a uma só região ou a um assunto &lt;st1:personname productid="em particular. Escolha" st="on"&gt;em  particular. Escolha&lt;/st1:PersonName&gt; os KPIs mais importantes usadas para monitorar a performance corporativa como um todo. É necessário um exercício de alto nível de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;levantamento e especificação de requerimentos para construir uma história sólida sobre esse conjunto de KPIs.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Isso deve ilustrar todas as funcionalidades chave da solução, como visualizar em um dashboard ou scorecard, fazer drilling em dashboards e relatórios, lidar com alertas e triggers proativos, colaboração entre usuários e análise de closed-loops com planejamento de dados. A informação para esses KPIs pode ser carregada das fontes do sistema automaticamente ou enviada manualmente para o depósito de dados de performance, dependendo do tempo disponível para o protótipo. A informação para os outros KPIs pode ser preparado e carregado usando arquivos de carga do Excel diretamente nos dashboards e scorecards.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;        &lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;6. Selecionar      o portfólio certo de ferramentas para o gerenciamento de performance&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.25in; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A maioria dos vendedores de BI fornece produtos para dashboards, porém identificar a ferramenta certa para todos os requerimentos pode ser uma tarefa desafiadora. A ferramenta certa fornece melhor visibilidade e interpretação precisa dos dados. É recomendado que se faça uma avaliação do vendedor antes de iniciar qualquer processo de design e desenvolvimento. O arquiteto de solução e tecnologia precisa considerar múltiplos fatores de avaliação e priorizar as características necessárias antes de selecionar as ferramentas e tecnologia CPM.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.25in; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;Um dos fatores chave de avaliação para uma ferramenta de dashboard é a integração de componentes de BI com as aplicações de planejamento. Essa integração pode ser alcançada através da devida troca de metadados entre os componentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.25in; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;7.  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;Exibir      a informação através dos canais e formatos apropriados&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A representação gráfica da informação faz a análise mais fácil e ajuda o usuário a tomar decisões rápidas e bem informadas. A chave para tal transformação é avaliar o tipo de formato gráfico adequado para melhor representar a informação. Por exemplo, use um gráfico de torta para representar métricas como porcentagens e um gráfico de linha para representar métricas para direcionamento de tendências ou através de diferentes períodos de tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;A informação pode ser exibida usando mecanismos de entrega de informação como:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Scorecards e dashboards para o monitoramento da performance.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Relatórios, cubos, grafos e quadrantes para informação operacional e de relatório de desempenho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Alertas, triggers e indicadores que podem ser entregues através de diversos canais tais como desktops, e-mails, wireless etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Análises de causa e efeito, workflows, diagramas de impacto e mapas de estratégia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;8. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;Garantir      a segurança da informação através de funções e dados&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;O requerimento chave de segurança de qualquer corporação é ter um mecanismo de controle interno que garanta confidência, integridade e disponibilidade de dados em um ambiente distribuído. Detalhes do usuário, juntamente com suas autorizações e níveis de autenticação, devem ser capturados para todos os componentes de dashboard na solução de gerenciamento de desempenho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;Nem todos os usuários teriam acesso de leitura e gravação para todas as métricas, KPIs e objetos dos dashboards. Os privilégios de acesso são geralmente baseados no papel, grupo, país ou região do usuário. Alguns exemplos dos níveis de segurança com os quais as aplicações de dashboard geralmente lidam são:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Logar no portal da solução e acessar vários componentes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Ver e modificar dashboards e scorecards;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Ver perspectivas, KPIs, métricas ou grupos de métricas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;" lang="PT-BR"&gt;- Modificar dados regionais para os KPIs ou métricas individuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Juntamente com uma infra-estrutura de informação bem definida, dashboards e scorecards se tornam uma ferramenta importante para gerenciar e dar mais agilidade ao negócio. Eles constituem um canal importante para entrega de informação, permitindo que os usuários de negócio facilmente visualizem KPIs e gerenciem a performance da empresa. Dashboards e scorecards representam o quão eficientemente uma corporação está se saindo e facilitam respostas rápidas a mudanças nos cenários de negócio. Eles permitem a colaboração nas informações entre os tomadores de decisões de uma organização através de alertas em portais, aplicações em desktops, clientes de e-mail e aparelhos wireless. Além das práticas esboçadas acima, o encorajamento de uma cultura de auditorias e contabilidade com foco em KPIs e métricas é crucial para o sucesso de sua iniciativa de gerenciamento de performance.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-5386391906931624885?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/5386391906931624885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=5386391906931624885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5386391906931624885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5386391906931624885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2008/01/construindo-uma-empresa-gil-o-papel-dos.html' title='Construindo uma Empresa Ágil: O Papel dos Dashboards e Scorecards - Parte Final'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-5175436503268147500</id><published>2007-10-08T11:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-08T12:32:58.259-07:00</updated><title type='text'>Construindo uma Empresa Ágil: O Papel dos Dashboards e Scorecards - Parte 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mudanças constantes no ambiente de negócios forçam as empresas a ajustarem continuamente suas estratégias e operações de negócios, redefinir objetivos e indicadores, para analisar sua performance. Definir uma infra-estrutura de gerenciamento de informação para apoiar cenários de negócios em constante mudança torna-se, então, fundamental para dar mais agilidade aos negócios. Dashboards e scorecards tornam-se uma importante ferramenta para os negócios, fornecendo uma visão consolidada da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Soluções de Business Intelligence (BI) têm ajudado organizações a gerenciar seus desempenhos na última década. Com o passar dos anos, o BI evoluiu das análises e relatórios convencionais para ferramentas de tomada de decisões estratégicas e gerenciamento de performance tornando-se mais fáceis de usar e trazendo mais agilidade. Dashboards e scorecards são a nova face do BI e estão entre as ferramentas mais comuns para monitorar o desempenho. Muito embora os dashboards existam há muitos anos, o seu uso como aplicações de BI só surgiu após a onda das soluções de gerenciamento de desempenho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apesar deles, enganosamente, parecerem simples, dashboards não são fáceis de serem construídos. Desde a identificação das métricas corretas, até a seleção das ferramentas certas para a organização de dados, existem múltiplos desafios que precisam ser considerados nas implementações dos dashboards.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;font-size:85%;" &gt;1. Definir um framework para gerenciar e monitorar as métricas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeiramente, a equipe de planejamento estratégico entende as estratégias de alto nível de uma organização, define metas e escolhe os parceiros para implementação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Essas estratégias são mais uma vez destrinchadas em direcionadores chave dos negócios e medidas para alcançar objetivos. KPIs, do inglês “Key Performance Indicators”, ou Indicadores Chave de Desempenho, são identificados mantendo-se o foco nas metas e objetivos da corporação. Cada iniciativa do dashboard é guiada pelas métricas e medidas de performance da organização. Assim, é essencial gerenciar e entender as métricas minuciosamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Identificar uma lista otimizada de KPIs: Um excesso de KPIs em um dashboard poderia ser o resultado da falta de foco de alguns gerenciadores de negócio. Alternativamente, muitos KPIs vão distrair e confundir usuários. Estabelecer uma quantidade exaustiva de KPIs é uma tarefa sobre-humana. Faça uma lista otimizada e eficiente de todos os KPIs por dimensões como geografia, funções de usuário, tempo etc.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mapear KPIs para métricas e métricas para dados: Mapeamento de métrica é o processo de se dividir KPIs em métricas e métricas em elementos de dados individuais. Ligue ou mapeie a métrica de performance para os elementos de dados utilizando regras e fórmulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, identifique os KPIs e métricas que estão atualmente indisponíveis nos sistemas-fonte. Em alguns casos, a informação está disponível, mas não totalmente automatizado ou em um formato legível. Isso poderia requerer mudanças nos sistemas-fonte. Os requerimentos imediatos podem ser alcançados adicionando manualmente os dados aos dashboards.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Monitorar limiares e benchmarks: Qualquer exercício de dashboard constituído por alertas, triggers, indicadores e dials necessita de benchmarking dos KPIs. Benchmarking ajuda na análise pró-ativa e monitoramento de desempenho. Eles devem ser traduzidos em regras de negócio da organização. Alguns exemplos de limiares e regras de negócio são ilustrados abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;- Se o custo de mão-de-obra exceder o do trimestre anterior por mais que 5% sinalize com uma marca amarela, e por mais que 15%, sinalize com uma marca vermelha.&lt;br /&gt;- Se a média diária de vendas para o trimestre aumentar em 10%, sinalize com uma marca amarela, em 15%, sinalize com uma marca verde.&lt;br /&gt;- Dispare um alerta se o nível de inventário de um produto cair para menos de 100 unidades.&lt;br /&gt;Valores de limiar podem variar dependendo do nível de agregação nos dashboards. Limiares locais e globais são capturados pelas hierarquias nos dashboards. Eles devem ser continuamente monitorados e facilmente alteráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;font-size:85%;" &gt;2. Construir uma arquitetura de informação para o gerenciamento de performance.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Convergir BI com soluções de gerenciamento de performance requer uma sólida infra-estrutura de gerenciamento de dados e processos de governança corporativa. Descubrir os dados corporativos: na fase de descoberta de dados, as fontes para os KPIs são identificadas, e uma lista exaustiva de seus atributos são capturadas. A aplicação de dashboard geralmente se encarrega do KPI e os cálculos da métrica. Separar os dados de performance de maneira lógica: a prática padrão é construir um Data Warehouse de nível corporativo. Entretanto, mantendo os custos e tempo em mente, é bem aconselhável avaliar a necessidade desse DW Corporativo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os KPIs, objetivos, metas, métricas e todos outros direcionadores são tão dinâmicos em uma organização que o DW em algum momento pode não atender a uma demanda de mudança. No entanto, a partir do momento que ele armazena dados no seu nível elementar, um DW será a fonte para um distinto depósito de dados analíticos que suporta exclusivamente a solução do dashboard e scorecard chamado Depósito de Dados de Performance, do inglês, Performance Data Store (PDS). O DW poderia armazenar os dados empresariais, enquanto que o PDS armazenará os dados como requerido pelos dashboards. Idealmente, pelo fato dos requerimentos dos dados estarem freqüentemente mudando em um dashboard, é aconselhável que se separe os repositórios físicamente, ou pelo menos, logicamente. Assim, o PDS resolve o problema da dinâmica de armazenamento e da mudança freqüente dos KPIs, fórmula de métrica e componentes. Mesmo depois de sua criação, um DW ainda pode não ser capaz de fornecer dados diretamente para um dashboard.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No entanto, aplicações analíticas deveriam ser integradas. Os dashboards, relatórios e scorecards deveriam ser interconectados e permitir drill-down. A análise pode então, oscilar entre um nível mais alto de informação e dados detalhados e granulares.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;font-size:85%;" &gt;    3. Integrar os dados orçamentários e previstos (forecasting) com dados de performance.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dados orçamentários e previstos (forecasting), agem como alvos (targets) e benchmarks para medir performance. Analistas de performance precisam medir e monitorar constantemente os alvos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma das funcionalidades chave de uma solução de Gerenciamento de Performance, do inglês, Enterprise Performance Management (EPM) é disponibilizar uma aplicação dinâmica para o seu usuário. A aplicação de dashboard deve ter capacidade de integração de dados e aplicações com os sistemas de planejamento. Se a análise da causa-raiz de um problema na aplicação de dashboard recomenda mudanças nos dados do planejamento, os dados modificados nos sistemas de planejamento devem ser retornados às aplicações de dashboard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa automação se torna a chave para o sucesso de qualquer solução de dashboard.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;font-size:85%;" &gt;  4. Entregar a informação com alto fator de latência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Integração de dados em tempo real minimiza atrasos na restauração e restituição de dados nos sistemas de dashboard. Automação pode fornecer dados auditados no momento preciso para usuários autorizados e autenticados. Para iniciativas que abrangem toda a corporação como concordância com os regulamentos e gerenciamento de riscos, a integração automatizada e quase em tempo real se torna vital.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Junto com os dados, automatize a criação dos dashboards e minimize a entrada manual de dados nos sistemas de dashboard. A integração de dados deve endereçar diversos níveis de latência nos dashboards. Garanta uma avaliação completa da freqüência ótima para a atualização dos dados usando a latência e a matriz de implementação de custos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-5175436503268147500?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/5175436503268147500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=5175436503268147500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5175436503268147500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/5175436503268147500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2007/10/construindo-uma-empresa-gil-o-papel-dos.html' title='Construindo uma Empresa Ágil: O Papel dos Dashboards e Scorecards - Parte 1'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6082182147459488112.post-301276736128671479</id><published>2007-09-26T12:06:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T12:19:25.662-07:00</updated><title type='text'>A nova face do BI</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/Rvqu60sEadI/AAAAAAAAAAc/VeYInBdZKbw/s1600-h/Photo_021107_002.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 109px; height: 81px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/Rvqu60sEadI/AAAAAAAAAAc/VeYInBdZKbw/s320/Photo_021107_002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114592652431747538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  lang="PT-BR" &gt;Há muito tempo se fala sobre a importância do Business Intelligence, sobre a integração de informações a partir de múltiplas fontes heterogêneas da empresa e sobre a possibilidade de se empreenderem análises e ações no momento mais oportuno. Já entramos em uma nova era na qual o Business Intelligence se tornou uma tecnologia imprescindível, movida, de um lado, pela extraordinária disponibilidade de informações – de sistemas ERP, bases de dados CRM, levantamentos da Internet – e, de outro, pela importância de assegurar uma vantagem competitiva às empresas através de sua compreensão mais holística. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Não há dúvida de que no cerne de todos os negócios está o cliente. Nos últimos anos, as formas de interação com o consumidor sofreram grandes transformações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Na medida em que as empresas expandiram seus negócios para o universo dos negócios eletrônicos (e-business), os recursos do Business Intelligence também sofreram uma evolução. Na prática, seu valor para os negócios continua sendo o mesmo; entretanto, as empresas tiveram que repensar como dimensionar e implementar as ferramentas de Business Intelligence. Muitas empresas acreditam que um Business Intelligence eficaz não pode mais ser distribuído em forma de uma aplicação &lt;i&gt;stand-alone&lt;/i&gt; de front-end ou de back-end de uma corporação. O Business Intelligence da &lt;i style=""&gt;nova era&lt;/i&gt; deve estar totalmente integrado à infra-estrutura computacional de uma corporação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Tradicionalmente, o Business Intelligence sempre pertenceu ao domínio da TI e dos especialistas em pesquisa de mercado, responsáveis pela extração de dados, pela implantação de processos e pela divulgação dos resultados aos executivos responsáveis pela tomada de decisões. Entretanto, na medida em que mais empresas encaram o Business Intelligence como uma aplicação corporativa estratégica, as ferramentas e os serviços necessários já passam a estar disponíveis em desktops e servidores de toda a empresa. Com isso, os responsáveis pelas decisões da empresa poderão efetuar suas próprias análises e exercícios de &lt;i&gt;reporting&lt;/i&gt;, possibilitando-lhes empreender ações imediatas, em tempo real. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Essas mudanças, freqüentemente caracterizadas como “&lt;i style=""&gt;a democratização das informações&lt;/i&gt;” têm sido, em grande escala, movidas pelo ritmo dinâmico e acelerado da Web. O advento da Internet – e particularmente, do comércio eletrônico pela Internet – acelerou todos os negócios em todos os níveis. Hoje, o sucesso de uma empresa é diretamente proporcional à sua agilidade comercial e à sua capacidade de tomar decisões e refinar estratégias de clientes, às vezes em questão de segundos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Além disso, o volume de informações disponíveis também sofreu um crescimento exponencial. As “vitrines on-line” monitoram o comportamento dos clientes e sua reação a determinadas campanhas, reunindo grande quantidade de informações relevantes. Todas estas informações – tanto as provenientes dos registros de “cliques” na Web (&lt;i&gt;click-streams&lt;/i&gt;), como aquelas fornecidas pelos clientes através de outros canais – precisam ser reunidas, analisadas e manuseadas em tempo real, aumentando ainda mais a premência por sofisticadas soluções tecnológicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.5in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A redução nos custos de tecnologia, associada às exigências de velocidade, disponibilidade e grande poder de processamento dos atuais servidores, desencadeou um processo de implementação de soluções de Business Intelligence em escala corporativa, aproveitando a existência de Intranets corporativas e de Portais de dados (EIP), tais como os recentes Digital Dashboards. Com isso, empresas de todos os portes estão viabilizando suas atividades no mercado global: as grandes empresas já podem integrar suas informações por toda sua malha corporativa e as empresas de menor porte também passaram a ter acesso à tecnologia de análise de dados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyText"  style="text-indent: 0.25in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;Pelo seu grande potencial de oferecer um perfil de clientes muito minucioso, o Business Intelligence pode oferecer uma grande vantagem competitiva às empresas, possibilitando que seus executivos tomem decisões rápidas e abalizadas sobre os negócios. O impacto do Business Intelligence poderá ser percebido em todas as áreas da empresa, não só no aumento da receita, na redução dos custos operacionais como em um melhor relacionamento da empresa com seus clientes. Os benefícios específicos do Business Intelligence são:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;ul  style="margin-top: 0in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Agilidade nos negócios&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. A implementação precisa dos princípios de      Business Intelligence permite à sua empresa reagir com maior velocidade às      novas oportunidades e às exigências em constante mudança. A associação dos      mecanismos inteligentes de previsão com a ação, pode reduzir sensivelmente      o tempo que transcorre entre um conceito e a sua implementação. Esta é,      hoje, a chave de sobrevivência na dinâmica da nova economia que rege o      mercado atual.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Maior rentabilidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. O Business Intelligence oferece um retrato fiel da rentabilidade      decorrente do relacionamento com determinados clientes, permitindo que o      executivo concentre seus esforços naqueles clientes que apresentarem maior      potencial de lucratividade. Pela integração dos sistemas de e-commerce,      CRM e de ponto de venda, o responsável pelas decisões poderá criar um      completo perfil de seus clientes, conhecendo seus padrões de compras,      principais barreiras, suas formas preferidas de comunicação e de contato.      Os clientes que oferecem maior lucratividade são disputados por todo tipo      de empresa. Para reter esses clientes, é essencial que o executivo entenda      sua importância para a empresa, suas motivações e preferências de compra e      as formas que possam aumentar sua interação com a empresa, e,      conseqüentemente, suas compras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Redução dos custos operacionais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. O Business Intelligence reduz o tempo gasto na      coleta de relevantes informações comerciais, incluindo informações      financeiras, de estoques e de compras. A possibilidade de levar as      poderosas ferramentas de análise e de &lt;i&gt;reporting&lt;/i&gt; até o desktop,      aumenta o poder de decisão dos executivos. Permitindo que eles façam suas      próprias consultas, preparem seus relatórios e, em muitos casos, façam,      eles mesmos os comentários necessários das informações disponibilizadas a      partir de um único lugar centralizado, como por exemplo, um dashboard      (painel). O que é melhor, a partir de um suporte mínimo demandado aos      administradores de bancos de dados ou especialistas da área de TI. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ampliação mais racional da carteira de clientes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. O Business Intelligence possibilita aos      profissionais de marketing identificar os clientes potenciais,      apresentando campanhas de vendas dirigidas e eficazes, reduzindo o custo &lt;i&gt;per      capita&lt;/i&gt; do marketing e das ações de publicidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aumento da lealdade do cliente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Pelo fato de a disputa por clientes estar      apenas a um clique do mouse dos concorrentes, sua empresa deve se      concentrar em ampliar ao máximo seu relacionamento com os clientes já      conquistados. O aumento da confiança dos clientes em sua empresa poderá      ter um impacto positivo em seu relacionamento com estes clientes, o que      poderá resultar em maior lealdade desses clientes para com sua empresa. É      importante, entretanto, antes de mais nada, conhecer quem são esses      clientes. Em seguida, deve-se desenvolver um marketing individual com cada      cliente, demonstrando um nível de personalização que é o grande gerador da      vantagem competitiva. As ferramentas de Business Intelligence que associam      conhecimento do cliente com ágeis ações de marketing são aquelas que      constróem a confiança, que inspiram a lealdade e provam ao cliente o      quanto ele é valioso para sua organização. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0.25in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Uma solução eficaz de Business Intelligence deve, necessariamente, oferecer uma excepcional performance, sólidas ferramentas e serviços, além de funcionalidades de Web totalmente operacionais. Os pontos abaixo identificam como o Business Intelligence pode resolver as exigências dos dinâmicos ambientes corporativos na nova economia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;ul  style="margin-top: 0in; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Agilidade na captura de informações.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt; Para que o Business Intelligence possa cumprir      sua verdadeira função, é importante que as empresas tenham um acesso ágil      a informações e à sua análise. Isso requer software de alta performance      rodando em uma plataforma robusta e confiável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Benefícios mais imediatos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Quanto maior a rapidez na implementação de      soluções de Business Intelligence em uma empresa, mais rapidamente ela irá      se beneficiar da receita adicional e da economia de gastos propiciados por      essa tecnologia. Numa economia caracterizada por uma concorrência acirrada      e por uma grande pressão para se atingirem maiores índices de      lucratividade, é muito importante que a empresa reduza o tempo entre a      implementação e os correspondentes benefícios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Facilidade de uso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Quanto mais usuários acusarem a necessidade do Business      Intelligence, mais simples deve ser a interface com o usuário para que ela      possa interagir com a maior quantidade de usuários e assegurar sua rápida      assimilação. Só assim as empresas poderão se tornar mais produtivas,      reduzindo o número de horas paradas por indisponibilidade do sistema e os      custos associados à formação e treinamento de suas equipes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acesso remoto e acesso off-line&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Na medida em que as equipes corporativas se      tornam móveis, a falta de acesso permanente à Intranet corporativa não é      mais admissível. As empresas têm que assegurar uma produtividade      ininterrupta às suas equipes remotas, em qualquer lugar, a qualquer hora,      oferecendo informações e serviços igualmente a usuários on-line e off-line      e distribuindo informação a um amplo espectro de dispositivos não-PCs que      incluem PDAs, telefones celulares etc. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Data Marts distribuídos, com auto-atendimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Quanto maior o número de funcionários que      efetua suas próprias análises, é imperativo que haja uma disponibilidade      imediata dos recursos de Business Intelligence a qualquer usuário que      tenha autorização para acessar o sistema. Isso requer que as grandes      empresas mantenham Data Marts isolados, em forma de satélites, que possam      replicar os dados (master data management), e que estejam sincronizados      com o Data Warehouse da corporação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acesso à Web&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Todas as Intranets corporativas, altamente disseminadas, se      baseiam nas tecnologias da Web. O acesso à Internet é, hoje, a forma mais      rápida e econômica de se disponibilizarem dados ou ferramentas a      funcionários, fabricantes e fornecedores. As informações de clientes e do      mercado trabalhadas em sistemas de Business Intelligence viabilizaram a      geração de novas fontes de renda para as empresas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Análises de &lt;i&gt;click-streams&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;(análises decorrentes de cliques de clientes no      site)&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; Para maximizar todo o potencial do e-commerce, as empresas      têm que ser capazes de capturar as informações exclusivas geradas pelos      seus Web sites, transformando esses dados valiosos em inteligência que      conduza à ação. Uma solução de Business Intelligence tem que oferecer funcionalidades      especiais que possibilitem o armazenamento e a análise dessas preciosas      informações geradas pelo comportamento do usuário nos sites de e-commerce.      &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Comércio B2B&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt; - (Business to Business, ou interação empresa-empresa). Quanto      maior valor as empresas dão à sua cadeia de suprimentos e à interação com      parceiros, mais importante é o papel do Business Intelligence.      Originalmente concebido para atuar no modelo B2C (Business to Consumer, ou      interação empresa-cliente), o Business Intelligence já comprovou sua      competência de suportar também o modelo B2B. Hoje, o modelo B2B já      contribui, em grande escala, para aumentar a rentabilidade das empresas e      a lealdade de seus parceiros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Integração com sistemas existentes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. Para que as empresas tenham um retrato fiel de      seus negócios no mercado, uma solução de Business Intelligence deve se      integrar, de forma imperceptível, a todos os sistemas em uso nesta      empresa. Esses sistemas incluem o ERP (para gerenciamento de estoques e      recursos) e sistemas ligados diretamente a clientes (tais como sistemas      CRM ou &lt;i&gt;logs &lt;/i&gt;de click-streams). Esta integração assegura que os      responsáveis pelas decisões tenham acesso a todas as informações      disponíveis, independentemente de onde essas informações estejam      armazenadas. Uma integração eficaz aproveita todo o investimento de uma      empresa em sistemas legados e informações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Plataforma ampliável&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;. A capacidade de uma solução se adaptar a um ambiente empresarial      em permanente mudança depende, não raro, de sua capacidade de expansão, ou      seja, da facilidade com a qual seus componentes poderão ser estendidos e      modificados para interagir com outros sistemas ou para sofrer alterações. &lt;a style=""&gt;A      inclusão de interfaces de software abertas e expansíveis que permitam que      uma solução de Business Intelligence possa interagir com sistemas de      terceiros, com aplicações personalizadas e com tecnologias futuras, é uma      condição essencial para assegurar a produtividade e longevidade dessa      solução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" id="_anchor_1" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_1','_com_1')" onmouseout="msoCommentHide('_com_1')" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6082182147459488112#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:85%;"&gt;.&lt;span style="background: yellow none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Disponibilidade de aplicações personalizadas e de      terceiros&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;. Para que sua solução de Business Intelligence      atenda às necessidades exclusivas de uma empresa ou de um setor do      mercado, é importante que ela aceite produtos e add-ins de terceiros, e      que possa integrar aplicações e componentes personalizados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style=""&gt;&lt;div style=""&gt;&lt;div id="_com_2" class="msocomtxt" language="JavaScript" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_2','_com_2')" onmouseout="msoCommentHide('_com_2')"&gt;&lt;p class="MsoCommentText"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6082182147459488112-301276736128671479?l=binapratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://binapratica.blogspot.com/feeds/301276736128671479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6082182147459488112&amp;postID=301276736128671479' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/301276736128671479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6082182147459488112/posts/default/301276736128671479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://binapratica.blogspot.com/2007/09/h-muito-tempo-se-fala-sobre-importncia.html' title='A nova face do BI'/><author><name>Laércio Serra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02602633227423604517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eNrOlOtPxeQ/Rvqu60sEadI/AAAAAAAAAAc/VeYInBdZKbw/s72-c/Photo_021107_002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
